Prezados Leitores, colunistas e amigos.
Estaremos de férias dos dias 01/01/2012 à 29/01/2012, os e-mails e comentários serão respondidos após a data indicada, desejamos um feliz ano novo a todos.
Pedro Paulo Morales
Coordenador de Conteúdo
Prezados Leitores, colunistas e amigos.
Estaremos de férias dos dias 01/01/2012 à 29/01/2012, os e-mails e comentários serão respondidos após a data indicada, desejamos um feliz ano novo a todos.
Pedro Paulo Morales
Coordenador de Conteúdo
Por Pedro Paulo Galindo Morales
Esta coluna é publicada aos sábados
O artigo aborda sobre o retrabalho, que muitas vezes gera custos e mal estar e o que é pior, podem levar a decisões erradas que podem provocar grandes prejuízos.
Leitores. Cada vez mais nas grandes empresas as pessoas estão fazendo muitas tarefas ao mesmo tempo porem estudos comprovam que as pessoas que fazem mais de uma tarefa simultaneamente alternam a atenção entre uma tarefa e outra e, por essa razão, a produtividade é menor do que das pessoas que se concentram em uma única tarefa de cada vez.
Esta atitude muitas vezes leva a erros e problemas que vão se tendo reflexo em varias áreas da empresa como um “efeito borboleta” onde um simples bater de asas pode provocar um vento forte em outra parte do planeta, quanto mais importantes forem às tarefas, piores serão as consequências dessa prática, tarefas complexas precisam de concentração, sem interferências de telefonemas e interrupções que apenas atrapalham e levam ao retrabalho que muitas vezes geram custos e mal estar e o que é pior, decisões erradas que podem provocar grandes prejuízos como produtos lançados às pressas apenas para ser ‘a primeira’ a lançar o produto e depois ter que recolher unidades, imagine quanto dinheiro e tempo desperdiçados.
Para comprovar o que estamos falando imagine o que pode ser um atrito entre diretores ou uma entrega feita errada em outra parte do planeta por um simples erro de concentração, note como um motorista se comporta quando se perde a primeira providência é abaixar o volume do rádio. Isso acontece porque a tarefa principal, que é encontrar o caminho, exige atenção total, sendo necessário “limpar” a mente de qualquer interferência, como o som do rádio.
A necessidade de fazer muitas coisas ao mesmo tempo, como falar no telefone digitando um e-mail e ouvindo o que o colega ao lado está dizendo, nos faz acreditar que estamos sendo polivalentes, mas, na realidade, algumas dessas tarefas não estão sendo bem feitas, saiba que o tempo para concluir várias tarefas feitas ao mesmo tempo poderia ter sido menor se tivessem sido feitas uma de cada vez.
Para que possamos trabalhar menos e obter uma melhor produtividade é necessário alguns cuidados como, planejar o que vai ser feito antes de iniciar o trabalho, isso diminuirá o tempo de sua execução e evitará erros e falhas, pense de que maneira pode-se fazer bem feito e entregá-lo sem erros já na primeira vez sempre se certificando de que o trabalho seja entregue correto e completo, mantenha listas de verificação para servir de memória para tarefas que tenham itens para lembrar e/ou verificar a causa de retrabalho são erros e falta de concentração, portanto, previna possíveis falhas ou enganos ao executar qualquer tarefa revise teste e reveja pergunte novamente ao seu chefe anote se achar necessário, às vezes 10 minutos a mais pode evitar o trabalho de horas e a falta de credibilidade tanto das informações como do profissional.
Por tudo isso, quando você tiver algo importante, dedique-se exclusivamente a essa tarefa, pois você realizará algo de melhor qualidade em menos tempo, retrabalho é um grande desperdício, faça certo na primeira vez ganhe um ponto positivo com seu chefe e trabalhe menos. Vamos refletir sobre isso!
Em tempo , volto a escrever neste espaço em Fevereiro, quando retorno das minhas férias! Tenham todos uma ótima passagem de ano! Até 2012!
Saber dizer não e estabelecer objetivos profissionais são algumas atitudes características
Por Camila Lam repórter do canal Carreira de EXAME.com.
Ser produtivo não é estar ocupado o tempo todo. Uma pessoa altamente produtiva é aquela que consegue tomar decisões, concluir tarefas e ainda se destacar com ideias inovadoras.
Para ter sucesso na carreira é recomendável fazer uma autoavaliação sobre o rendimento no trabalho. Se antes ser uma pessoa produtiva era associado a produção em massa, hoje espera-se de um profissional produtivo ser capaz de fazer as escolhas certas.
Confira os sete hábitos que merecem ser adotados:
1 – Estabelecer critérios e saber dizer não
Para o diretor de conteúdo e facilitação da FranklinCovey Brasil, Luciano Meira, não é humanamente possível atender a todas as demandas que surgem ao longo do dia ou da semana. “É preciso dizer não para algumas coisas e dizer sim para outras. Quando você aceita fazer todas as tarefas, você gasta energia, tempo e atenção e não faz nenhuma com qualidade”, explica.
Uma pessoa altamente produtiva tem um filtro extremamente eficaz e, por isso é capaz de detectar a todo o momento quais atividades realmente merecem atenção. Nesse caso, menos é mais.
2 – Ter os objetivos profissionais e pessoais estabelecidos
Que tipo de resultado faz sentido para você? Ao estabelecer qual o resultado você quer atingir no seu papel profissional ou mesmo na família, chegar ao equilíbrio pode parecer mais fácil.
“Metas levam tempo para serem cumpridas e quando você sabe exatamente onde você quer chegar fica claro como você deve agir no trabalho, em casa ou nas horas vagas”, explica Meira.
3 – Planejar diariamente o que precisa ser feito
De acordo com Meira, o planejamento semanal deve ser feito antes de a semana começar e não é recomendável economizar tempo na hora de pôr tudo no papel. Ao fim de um dia também é indicado dedicar dez minutos para anotar o que precisa ser feito no dia seguinte.
Para o especialista, a rotina de uma pessoa produtiva se conecta com as grandes metas e isso só é possível realizando pequenas tarefas.
4 – Acessar o e-mail periodicamente
Entre computadores e smartphones, fica difícil de manter a concentração no ambiente de trabalho. Mas pequenas atitudes podem economizar tempo, energia e evitar distrações. Estabeleça horários para acessar o correio eletrônico. E se for usuário do Microsoft Outlook, aprenda a utilizar suas ferramentas.
Meira diz que simples mudanças como aplicar regras, direcionar mensagens para a pasta de spam ou para que e-mails de determinada pessoa sejam marcadas como importantes podem evitar com que você acesse a caixa incessantemente.
“A tecnologia tem quer um meio de produtividade e não de distração”, resume o diretor de conteúdo da FranklinCovey Brasil.
5 – Evitar ser “multitarefa”
Ser “multitarefa” pode parecer uma vantagem, mas não é. Trabalhar em mais de uma tarefa alternadamente além de não garantir que fique pronta mais rápido, a qualidade também ficará aquém do desejável.
“Ser preciso evita um desgaste de energia e tempo”, afirma Meira.
6 – Adotar intervalos
Em vez de mandar e-mail ou telefonar, caminhe até a mesa do seu colega de trabalho se deseja falar com ele pontualmente. Saia, nem que seja por cinco minutos, do seu ambiente de trabalho em intervalos de uma hora ou uma hora e meia. Trabalhar interruptamente não é garantia de um trabalho melhor.
Caso esteja concentrado e não quer ser interrompido, tranque a porta e avise que não deseja ser incomodado.
7 – Cuidar da saúde
“Pessoas sedentárias tendem a perder muito mais energia e se sentirem muito cansadas rapidamente”, diz Meira.
Não se surpreenda se uma pessoa que é altamente produtiva no trabalho também encontra tempo para ter hobbies, como praticar esportes. Além disso, o especialista afirma que é preciso prestar atenção na alimentação e na qualidade do sono.
Fonte: http://exame.abril.com.br
Por Jerônimo Mendes
No dia 23 de agosto de 1937, dois engenheiros recém-formados e com vinte e poucos anos, com nenhuma experiência substancial em administração, se reuniram para discutir a fundação de uma nova empresa. No entanto, eles não tinham nenhuma idéia clara do que a empresa faria. A única coisa que sabiam era que eles queriam abrir uma empresa em sociedade no amplo campo da engenharia eletrônica. Eles fizeram uma brainstorming para obter uma série de possibilidades iniciais de produtos e mercados, mas não tinham nenhuma “grande idéia” que servisse de inspiração para a nova empresa.
Bill Hewlett e Dave Packard decidiram primeiro abrir a empresa e depois resolver o que ela faria. Eles simplesmente começaram a trabalhar, tentando tudo o que pudesse tirá-los da garagem e pagar as contas de luz. Segundo Bil Hewlett:
O indicador da linha de colisão para boliche não revolucionou o mercado. A descarga automática para mictórios e as máquinas de choque para emagrecimento também não chegaram a lugar nenhum. Na verdade, a empresa foi andando aos trancos e barrancos durante mais ou menos um ano antes da sua grande venda: oito áudio-osciloscópios para a Disney, para o filme Fantasia. Mesmo assim, a Hewlett-Packard continuou meio sem direção, aos trancos e barrancos com uma série de produtos, até receber o empurrão com contratos assinados durante a guerra no início da década de 1940.
A Texas Instrument, por outro lado, tem suas raízes num conceito inicial altamente bem-sucedido. A TI começou em 1930 com a razão social Geophysical Service Inc., “a primeira empresa independente a fazer levantamentos sismográficos de reflexão em campos de petróleo potenciais, e seus laboratórios no Estado do Texas desenvolviam e fabricavam instrumentos para este tipo de trabalho”. Os fundadores da TI, ao contrário de Hewlett e Packard, formaram uma empresa para explorar uma oportunidade tecnológica e mercadológica específica. A TI começou com uma “grande idéia”. A HP, não.
O Caso SONY
Quando Masaru Ibuka fundou a sua empresa, em agosto de 1945, não tinha nenhuma déia específica de produto. Na verdade, Ibuka e seus primeiros sete funcionários fizeram uma sessão de brainstorming – depois de abrir a empresa – para decidir quais seriam seus produtos.
Segundo Akio Morita, que entrou na empresa pouco depois de sua fundação, “aquele pequeno grupo se reunia em conferências… e durante semanas eles tentaram descobrir em que tipo de negócio a empresa poderia se aventurar para ganhar dinheiro a fim de operar”.
Eles consideravam uma série de possibilidades, desde sopa adocicada de creme de feijão até miniaturas de equipamentos de golfe e réguas de cálculo. E, além disso, a primeira tentativa de produção da Sony (uma simples panela elétrica para fazer arroz) não funcionava direito e o seu primeiro produto significativo (o toca-fitas) fracassou no mercado.
No início da sua existência, a empresa se mantinha costurando fios em tecido para fazer almofadas elétricas grosseiras, mas vendáveis. Por outro lado, o fundador da Kenwood, ao contrário de Ibuka na Sony, parecia ter uma categoria específica de produtos em mente. Ele batizou a sua empresa com o nome Kasuga Wireless Eletric Firm (Empresa Kasuga de dispositivos elétricos sem fio) em 1946 e “desde a sua fundação”, segundo o Japan Electronics Almanac, “a Kenwood sempre foi uma especialista pioneira em tecnologia de áudio”.
O Caso WAL-MART
Assim como seus companheiros legendários Ibuka e Hewlett, Sam Walton também começou sem uma grande idéia. Ele abriu seu negócio com nada mais do que a vontade de trabalhar para ele mesmo e um pouco de conhecimento (e muita paixão) sobre vendas a varejo. Ele não acordou um dia e disse: “eu tenho uma grande idéia e com base nela vou abrir uma empresa”. Não. Walton começou em 1945 com a franquia de uma lojinha Ben Franklin na cidadezinha de Newport, Arkansas. “Eu não tinha a menor idéia do escopo do negócio que eu estava começando, comentou Walton numa entrevista entre o New York Times, “mas sempre acreditei que enquanto fizéssemos nosso trabalho direito e tratássemos nossos clientes bem, não haveria limites para nós”. Walton foi crescendo aos poucos, passo a passo, a partir daquela lojinha até que a “grande idéia” de uma loja rural de descontos surgiu com uma etapa evolutiva natural quase duas décadas depois de ele ter aberto a sua empresa. Ele escreveu no livro Made in América:
Num capricho de ironia empresarial, a Ames Stores, concorrente direta da Walt-Mart, começou quatro anos antes da empresa de Sam Walton na área de lojas rurais de vendas a Varejo. Na verdade, Milton e Irving Gilman fundaram a Ames em 1958 especificamente para levar adiante “a grande idéia” de vendas a varejo na área rural. Eles “acreditavam que lojas de desconto fariam sucesso em cidades pequenas” e a empresa vendeu USD 1 milhão em seu primeiro ano de operações. (Sam Walton só abriu sua primeira loja de vendas a varejo para a área rural em 1962; até então, ele só tinha administrado um conjunto de pequenas lojas de variedades).
A AMES não foi a única que começou antes de Walton. Segundo Vance Trimble, que escreveu a biografia de Walton. “Outros varejistas já estavam no mercado (em 1962) fazendo exatamente o mesmo que ele. Só que ele fez melhor do que os outros”.
Outros Casos
Poucas empresas visionárias têm suas raízes numa grande idéia ou num produto inicial fabuloso. J. Willard Marriott queria ter o seu próprio negócio, mas não tinha uma idéia clara do tipo de negócio que deveria abrir. Por fim, decidiu abrir a sua empresa com a única idéia viável que lhe veio à mente: tirar uma licença de franquia e abrir um posto de venda de cerveja não-alcoólica A[_e_]W em Washington, D.C.
A Nordstron começou como uma pequena loja de sapatos no centro de Seattle (quando John Nordstron, que tinha acabado de voltar da Corrida do Ouro no Alasca, não sabia mais o que fazer). A Merck começou como simples importadora de produtos químicos da Alemanha. A Procter [_e_] Gamble começou como mera fabricante de sabonetes e velas – uma das dezoito empresas deste tipo em Cincinnati em 1837.
A Motorola começou no ramo de consertos de eliminadores de baterias, trabalhando para o setor de rádios da Sears. A Philip Morris começou como uma pequena tabacaria na Bond Street, em Londres.
A 3M começou como uma mina falida de coríndon, deixando seus investidores com ações cujo valor de venda era equivalente a “duas ações por uma dose de uísque barato”. Sem saber o que mais fazer, a empresa começou a fabricar lixa. A 3M começou tão mal que o seu segundo presidente não recebeu salário durante os seus primeiros onze anos de posse.
Por outro lado, a Norton Corporation, concorrente direta da 3M, começou a vida com produtos inovadores num mercado que crescia rapidamente, pagando dividendos anuais em todos os primeiros quinze anos de operação, com exceção de um, multiplicando o seu capital por quinze neste mesmo período.
A HP, a Sony e a Walt-Mart não deram a mínima para o mito da origem das empresas – um mito com a imagem de um empresário que vê longe e funda a sua empresa para ganhar dinheiro com a idéia de um produto visionário ou uma percepção visionária de mercado.
De todas as empresas mencionadas no estudo, apenas três começaram com um produto ou serviço específico, inovador e altamente bem-sucedido – uma “grande idéia”: a Johnson [_e_] Johnson, a General Electric e a Ford. E mesmo nos casos da GE e da Ford, encontramos pequenas falhas na teoria da grande idéia.
Pense nisso e empreenda você também!
Jeronimo Mendes é Administrador, Escritor e Palestrante, Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional, apaixonado por Empreendedorismo, autor dos livros Benditas Muletas (Vozes), Oh, Mundo Cãoporativo! (Qualitymark) e Manual do Empreendedor (Atlas)
Fonte: Portal Qualidade Brasil
Por ivan Postigo
Esta coluna é publicada as Quartas Feiras.
Nosso planeta é o brinquedo da criança grande. Com os recursos naturais, ela cria utilidades e diversões.
Repetindo seu comportamento desleixado, quando deixava o quarto uma bagunça, agora deixa o que a cerca!
Quebrava seus brinquedos e papai e mamãe consertavam. Hoje, seu maior brinquedo, a terra, não tem quem cuide, a não ser ela mesma.
Criança abandona o brinquedo velho e pega o novo, descartando aquele que não quer mais. Ora, e a terra?
Fontes de água estão secando, reservas vêm sendo contaminadas, animais estão em extinção, abelhas desaparecem sem explicação. A falta de pressa e o desinteresse geral fazem com que negligenciemos e desconheçamos uma imensa ilha de plástico, no meio do pacífico, a 1600 quilômetros da Califórnia.
Essa ilha, formada por lixo, principalmente do Japão e EUA, desde 1950, tem o dobro do tamanho da Grã-Bretanha ou a soma das áreas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás.
As vítimas visíveis são as aves e os peixes, e as pouco visíveis todos nós!
Não só nos alimentamos de peixes contaminados por resíduos químicos, absorvidos pelo lixo plástico que age como esponja, como a absorção de CO2 e a fotossíntese estão prejudicados, pois os corais estão morrendo pela plastificação dos oceanos.
Não vamos entrar nesses detalhes, o assunto é extenso, mas vale a pena, quando tiver oportunidade, entrar na internet e entender um pouco porque isso ocorre e começar a colocar o lixo no lixo.
Se duas potências estão emporcalhando os oceanos e cientistas sabem disso, porque ninguém faz nada?
Ora, quando vemos enchentes nas nossas cidades, logo após o desastre os rios e córregos não ficam cheios de móveis que foram danificados pelas águas?
Não muda muito, não é?
São as crianças grandes descartando seus brinquedos quebrados, infelizmente estes não têm papai e mamãe para recolhê-los!
Como o homem com esse comportamento tão negligente consegue criar artefatos fantásticos?
Por que age na crise.
Faltam alimentos, cria a conserva, precisa pescar, inventa o anzol e rede, tem que se locomover, desenvolve os veículos, sente necessidade de se desafiar e ir em busca do desconhecido, vai ao espaço.
O homem é capaz de sujar marte e não limpar a terra, afinal a crise é chegar lá e não permanecer sadio aqui!
Seria este o modelo de gestão dos próprios negócios?
Sem a menor dúvida!
Os melhores controles estão nas empresas que passaram por crises.
Estas não precisam ser esperadas, podem ser provocadas.
Como se provoca uma crise?
Simples, seguindo o modelo de prevenção de avalanches.
Ao observar pontos críticos, os especialistas lançam bombas provocando pequenos deslizamentos, prevenindo um desastre maior.
Essa técnica é fantástica para as empresas.
Ao provocar a crise, o homem coloca a inteligência a serviço da solução.
Sabendo que o processo é tão simples, porque a técnica não é amplamente aplicada?
Ora, se o homem age por crise e esta gera desconforto, por que criaria uma?
Sempre que a dúvida com relação ao futuro gerar crise, ele agirá.
Quando tiver que desenvolver um plano de contingência, além da prevenção que já observou, a melhor pergunta a fazer é: onde posso gerar crise?
Ficará fascinado com o que descobrirá!
Ta, mas e o planeta?
Impermeável!
Por Julio Cesar S. Santos
Conforme o dicionário da língua portuguesa a palavra “Comportamento” é descrita como sendo um procedimento ou como a pessoa se comporta. É qualquer atividade, fato ou experiência mental passível de observação direta. Sendo assim, pode-se dizer que o comportamento de uma pessoa é algo que se pode observar e medir.
Já a palavra “Atitude” significa postura ou ponto de vista. Dessa forma, podemos imaginar que atitude é a intenção de uma pessoa. Ou seja, alguma que não podemos mensurar.
Ao avaliarmos as pessoas mais próximas – e até mesmo os nossos colaboradores – é muito comum confundirmos comportamentos com atitudes e, certamente, isso vem provocando julgamentos equivocados das pessoas e das instituições.
Provavelmente, muitos de nós já fomos justa ou injustamente acusados por nossos cônjuges e/ou companheiras de não sermos mais “aquela pessoa do início do nosso relacionamento” – ou, de não as amarmos mais. Mas, quando perguntados, a maioria dos acusadores não sabia explicar porque acreditava nisso.
Alguns maridos acusavam suas esposas, afirmando: _ “Há 18 anos chego em casa às oito horas da noite e você sempre me esperou para jantarmos juntos e conversarmos durante o jantar. Mas, nos últimos tempos, eu chego, você está de pijama, assistindo à TV e o meu prato no micro-ondas. Você não me ama mais…..”
Algumas esposas de defendiam, dizendo: _ “Meu bem……faz exatamente 18 anos que você me responde para eu não te esperar mais, deixar seu prato no micro-ondas e ir assistir televisão!”
Esses erros de julgamentos ocorrem porque muitos de nós confundimos comportamentos com atitudes e, em função disso, tomamos decisões equivocadas que acabam provocando prejuízos sociais e/ou corporativos.
É comum encontramos Gerentes que, ao avaliarem o desempenho de seus colaboradores, também confundem seu comportamento com as atitudes demonstradas por eles. Alguns dizem: _ “Fulano, eu sinto que você está desmotivado no seu trabalho” ou então: _ “Eu não vejo mais aquela chama que existia dentro de você, no início do seu trabalho”.
No entanto, esse funcionário poderia pensar: “Poxa, mas eu nunca me dediquei tanto à empresa como agora. Eu sou o primeiro a chegar e o último a sair daqui. Por ele está falando isso?”
Pesquisas recentes demonstram que, durante o período de avaliação de desempenho nas empresas brasileiras, muitos colaboradores absorvem grande carga de estresse porque essas avaliações são atitudinais. Ou seja, baseadas nas suas atitudes e não no seu comportamento.
Certo gestor de empresa multinacional na área bens de consumo – por exemplo – decidiu demitir a recepcionista da filial sob seu comando porque – segundo ele – ela não havia demonstrado alegria durante a recepção ao novo Diretor Comercial da companhia.
_ “Eu quero que você seja educada, cortês e alegre com os visitantes” – ordenou o Gerente à recepcionista. Mas, ela não se levantou quando o diretor chegou e, muito menos, ofereceu-lhe água ou café.
_ “Mas, Sr Gerente, eu não fui antipática com o Diretor…..aliás, eu procurei ser o mais simpática possível” – exclamou a recepcionista demitida.
Esse é o problema. Será que “ser simpática” para um significa a mesma coisa para outra pessoa? Ser educado para uns é ser educado para outros? “Ser cortês” para o Gerente significa a mesma coisa para a recepcionista?
Quando avaliamos as atitudes de uma pessoa incorremos nesse erro e, por esse motivo, ao avaliar o desempenho dos seus funcionários o Gerente deve considerar apenas o comportamento deles – e não suas atitudes. Para que isso aconteça o gestor deve dizer exatamente que comportamento ele quer de uma recepcionista. Como por exemplo:
_ “Toda vez que um visitante chegar à recepção você deve ficar de pé, cumprimentá-lo sorrindo, oferecer-lhe serviços como água, café ou suco, indicar-lhe o sofá e o telefone para que ele se sinta à vontade enquanto aguarda ser atendido”.
Isso fará com que suas atitudes demonstrem aos visitantes que ela é uma recepcionista educada, cortês e simpática. Dessa forma, se ela não ficou de pé, não ofereceu serviços ou não indicou o sofá aos visitantes o Gerente poderá avaliar – e até punir – seu comportamento, mas não suas atitudes.

Por Kelly Gallinari
Esta Coluna é publicada as Segundas Feiras.
Zuleica tem duas filhas. Uma de 7 anos e outra de 2.
É tanto brinquedo espalhado pela casa que já está impossível andar sem pisar em alguma coisa. Zuleica precisava dar um jeito nisso. E deu.
A mãe pensou em recompensar suas filhas com algo que as agradasse caso elas passassem a ajudá-la a organizar a bagunça em casa. Pensou em levá-las, uma vez por semana, ao parque caso suas filhas, após brincarem, guardassem os brinquedos nos baús e caixas rosas. Aos finais dos dias, a casa não poderia ter brinquedos espalhados pelos corredores e cômodos.
Tudo pensado, chamou suas adoráveis, amadas e bagunceiras filhas para uma conversa. Sentou as duas no sofá, desligou o televisão e disse que mamãe tinha uma história para contar. A maior desconfiou, mas ficou a escutar. A menor já se agitou. Quando falava-se em contar histórias, ela logo se animava porque adorava palpitar e acrescentar fatos novos.
Zuleica iniciou dizendo que era a história de duas meninas lindas mas muito bagunceiras e que espalhavam todos os brinquedos pela casa. Explicou que aquilo não era certo porque no meio de tanta bagunça não conseguiam nem achar seus brinquedos favoritos para brincar, além do que era muito feio ter uma casa cheia de coisas espalhadas. Disse que se a mamãe daquelas crianças tivesse mais tempo, poderia levá-las ao parque. Mas como tinha que arrumar a bagunça de brinquedo todos os dias, não podia fazer isso.
A filha maior já tinha entendido e disse que queria ir ao parque. Fazia o que fosse preciso. A menor repetia que queria brincar, brincar e brincar, além de gritar ‘EBA’ toda vez que a mamãe apontava os brinquedos no chão.
Mamãe Zuleica não desistiu e acordou com as crianças que se elas recolhessem os brinquedos depois de brincarem, iriam ao parque. Caso contrário, nada de parquinho.
A maior entendeu o acordo e a pequena não entendeu nada.
Zuleica fazia questão de, diariamente, relembrar o que tinham combinado. Para a maior dizia: – “Filha, já acabou de brincar? Se sim, guarde tudo.” Tirando os momentos da preguiça, a maior entendia o código e já fazia sua parte. Não queria ficar sem parque. Sabia o que era brinquedo, tinha noção de tempo e o que era “quando terminar de brincar…”, sabia o que era o
baú e as caixas rosas e, mais ainda, sabia o prazer de ir ao parque. Mas, ainda era uma criança e era importante que mesmo tendo noção do que a mãe dizia, precisava ser alertada com frequência para que não esquecesse e/ou não desconsiderasse a ordem da mamãe.
Para a menor, só falar não adiantava. Mamãe Zuleika falava, pegava na mão de sua pequena filha, agachava, pegava um brinquedo e colocava no baú para mostrar como fazer. Às vezes, tinha que repetir o gesto mais de uma vez para que a pequenina começasse a repetir. Quando a pequena acertava, mamãe fazia questão de aplaudir até que ela tomasse gosto pela ação e começasse a guardar seus brinquedos.
Mamãe Zuleica obteve êxito e fazia questão de contar em suas rodas de amigas. Mas não fora fácil. Teve que lidar de forma diferente com as duas filhas. Cada uma enxergava o acordo de uma forma. A maior tinha noção do contexto mas a pequena não. Cada uma das filhas estava em patamar de conhecimento, habilidades (corporais, visão de mundo, cognitivas/sensoriais) e
expectativas. Mamãe Zuleica comunicou e zelou para que cumprissem o acordo.
Divertiram-se muito no parque. Algumas semanas não, o que é normal e comum no processo de aprendizado. Mas as semanas que iam eram comemoradas e recompensadas com a alegria da família.
Com o passar dos anos, esta atividade passou a ser um hábito e Zuleica não precisava mais de tanta vigilância. Diminuiu mas não extinguiu. Afinal de contas, continuavam a ser crianças.
Mas mãe é mãe, não é, minha gente. Conhece o respirar de seus filhotes e sabe dosar suas atitudes para a educação objetive a formação de filhos cidadãos-do-bem.
A idéia aqui não é que líderes tornem-se pais de seus liderados. Isto, realmente, seria um erro. Apenas, aproveitemos as boas práticas, seja onde for, para fazer-nos profissionais e humanos melhores.
Voltemos.
Líderes, nem sempre, tem esta habilidade nata. Então, vamos aprender com as Zuleicas.
Comunicar certo é o primeiro passo para garantir a realização com sucesso. E existe um item na comunição que, geralmente, é desprezado. Ele chama-se CONTEXTO. Dizer o que fazer, como, onde e tudo mais sem explicar o CONTEXTO que justifica estas ações, dificulta a execução. E quanto menor o grau de instrução e conhecimento das pessoas que estão ao seu redor, maior a necessidade de explicar o CONTEXTO.
No caso da mamãe Zuleica, para a filha menor, teve que repetir, por algumas vezes, o que eram os brinquedos, o baú, a caixa rosa. Repetiu, depois de tudo guardado, que aquilo era o certo. Contextualizou a importância de organizarem a bagunça. Comunicou e contextualizou o motivo.
Nas lideranças, não podemos esquecer que as equipes são formadas por diferentes graus de maturação. Para alguns, pedir para guardar os brinquedos é suficiente mas para outros terá de pegar na mão e ajudar a guardar a bagunça. Terá que contextualizar, talvez, mais de uma vez. E não podemos esquecer que ainda estão em fase de formação e precisam de alguém que os ensine.
Vamos lá, meu povo. Formar liderados do bem.E do bem, significa eficiência. Bom para para o líder, bom para o liderado e bom para a empresa.
Casa limpa e organizada, minha gente!
Kelly Cavalcanti Gallinari – Coach

Por R$ 240 milhões – R$ 100 milhões pagos à vista ontem, 23-, o grupo M. Dias Branco comprou 100% do controle acionário das empresas cearenses Pelágio Participações S/A e J. Brandão Comércio e Indústria, donas das marcas de biscoitos Estrela, Pelágio e Salsito.
Grupos multinacionais, como a Bunge a Pepsico as assediavam nas últimas semanas.
Na hora da celebração do contrato de compra e venda, houve muita emoção.
Não seria para menos, pois os dois grupos têm a mesma origem.
Pelágio Brandão, criador da Estrela, e Manuel Dias Branco, fundador de M. Dias Branco, vieram de Portugal e aqui implantaram seus negócios.
Concorrentes, os dois grupos e as duas famílias mantiveram sempre relações amistosas e isso foi determinante na escolha do comprador.
Com mais essa aquisição, M. Dias Branco consolida sua liderança no mercado de massas e biscoitos do Brasil.
A trajetória de sucesso da Estrela teve início em 1937, quando um jovem português de 16 anos, Pelágio de Oliveira Brandão, cruzou o Atlântico trazendo em sua bagagem um curso prático de contabilidade, muita garra e determinação. Aliados ao conhecimento que foi adquirindo ao longo do tempo enquanto trabalhava com o pai no ramo da panificação, conseguiu abrir seu próprio negócio.
Em 1946 nascia a Padaria Estrela. Com o crescimento do negócio, parcerias foram feitas ocasionando surgimento de novos produtos e a transformação da empresa em Pelágio Oliveira S/A, no ano de 1986. Consolidando ainda mais o crescimento e o desenvolvimento, é criada uma nova sede em Maracanaú, em uma estrutura maior e ainda mais produtiva, a Estrela. Um marco decisivo na mudança do perfil da empresa. De uma padaria industrial para uma indústria de alimentos.
Fonte: Blog do Egídio Serpa e Site da empresa
Por Pedro Paulo Galindo Morales
Nesta época do ano a cidade se ilumina e tudo fica mais colorido, as pessoas ficam mais amigas e sensíveis as dificuldades humanas elas se ajudam e ficam mais solidarias não sei se é minha impressão, mas a noite do natal quase não há violência talvez porque o espírito natalino evolva todo mundo.
As famílias se confraternizam e os problemas são deixados de lado, muita comida e festa, há pratos que apenas são feitos na noite do natal, presentes são trocados, não importa o valor apenas a lembrança das pessoas de que gostamos é como se fosse um recado “eu me importo com você”.
Nas empresas as pessoas também se confraternizam há aquelas festas natalinas onde muitas vezes os funcionários levam sua família, o sonho de ganhar os prêmios oferecidos pela empresa como televisores de LCD, carros ou notebooks são alimentados por toda a família dos colaboradores, e almoços de final de ano onde existe o famoso amigo secreto são uma oportunidade de integrar as pessoas de um mesmo departamento.
O comercio vende quase tudo, muitas lojas faturam em Novembro e Dezembro o equivalente a 30% do seu faturamento, muitos vendedores que se empregaram como vendedores temporários vêem a esperança de se manter no emprego e poder dar um futuro melhor para sua família.
O natal é uma verdadeira festa, pena que muitas vezes o homenageado seja esquecido pouco se fala em Jesus e na mensagem de amor que ele nos deixou “Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos.” (João, 3:16). Quando Jesus diz em dar a vida pelos irmãos ele quer dizer que devemos dar compreensão, ajuda e palavras de conforto.
Fernanda Brum em sua musica Sentido do Natal canta “Quanta lembrança me traz o Natal, Parte da infância que não volta mais, Arvores, luzes me fazem sonhar, mas sinto que algo precisa mudar Onde está o verdadeiro sentido? Natal real é ter Jesus como amigo!”
Façamos deste natal um momento de fé, fé naquilo que queremos, nos nossos sonhos, nas outras pessoas, no Brasil e no Mundo e principalmente em Jesus Cristo e sua palavra para que mudemos não apenas por um natal, mas por todo o ano. Bom Natal e Feliz Ano Novo!

Por Israel Araujo
Esta coluna é publicada as Sextas Feiras
Perto do final de 2008 tive o convite e a oportunidade de contribuir com o desenvolvimento deste caderno em parceria com a equipe deste jornal. Foi uma alegria e um prazer assistir ao nascimento e à evolução dessa inovadora ação editorial que conquistou leitores dos conteúdos impressos nestas páginas e replicados no portal do Sistema Verdes Mares na internet. O caderno, que chegou a bater recordes de acessos online, aproximando-se de outras seções diárias, como a de Esportes, teve definitivamente o seu mérito reconhecido pelo leitor cearense.
Desde a primeiríssima edição, pude compartilhar com você, leitor e principal personagem desta história, de pontos de vista, opiniões, tendências, homenagens, relatos, referências, notícias e até arrisquei algumas previsões de mercado. Recebi muitos feedbacks e sempre procurei responder, agradecendo os elogios e buscando mostrar o outro lado para as críticas sempre construtivas, que demonstravam a maturidade do leitor ante a imprensa. Aliás, esta mudou de perfil com o tempo, estabelecendo-se de maneira cada vez mais sólida com a liberdade instituída e protegida. Foram muitas mudanças desde os tempos de jornalismo das década de 50, com meu avô, o jornalista Olavo Araújo, e das décadas de 80 e 90, com meu pai, economista Osvaldo Araújo, que dedicou quinze anos de sua carreira a uma empresa de comunicação. Quero render minha homenagem a estas pessoas mais próximas e agradecer à equipe de profissionais que me deu liberdade, apoio e estímulo. Sinto-me honrado em ter tido uma coluna com meu nome ao lado de tantos profissionais que buscam honrar o nome, a contribuição e a memória do fundador deste jornal, o saudoso Edson Queiroz.
Se precisasse definir em poucas palavras qual foi o meu objetivo ao longo desses anos, ocupando sempre este mesmo espaço, invadindo sua casa todos os domingos, eu diria que foi o de abrir os olhos dos empresários, gestores e profissionais do mercado de trabalho sobre a importância da valorização das pessoas e do significativo retorno que o investimento nelas pode trazer. Numa única frase, os resultados só podem ser obtidos com e através da valorização do ser humano no trabalho e na vida. As pessoas são, sim, a roda que movimenta o mundo e as únicas responsáveis por tudo que se cria, produz, muda e evolui. Se na cabeça de cada um dos leitores, houver nascido uma sementinha que seja, da importância da valorização do seu semelhante no mundo corporativo e na sociedade em que vivemos, terei cumprido a missão.
É hora de passar a palavra e, por falar nelas, lembrar Fernando Pessoa: “Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.” Feliz Natal e Ano Novo. Que os seus caminhos se renovem e os levem a novos e maravilhosos lugares. Bom dia, boa tarde, boa noite. Boa sorte!
Diretor Executivo da unidade de Fortaleza da Véli Soluções em RH israelaraujo@israelaraujo.com.br – twitter: @israelaraujorh
Fonte: Diário do Nordeste