M. Dias Branco compra Moinho Santa Lúcia por R$ 90 mi

maio 28, 2012
A M. Dias Branco comprou o cearense Moinho Santa Lúcia, com sede em Aquiraz. A aquisição foi realizada pelo valor máximo de R$ 90 milhões. “Predilleto” e “Bonsabor” são as principais marcas do Moinho Santa Lúcia.
A M. Dias Branco comprou mais uma. Desta vez, o Moinho Santa Lúcia, de Aquiraz. A empresa atua na moagem de trigo e fabricação de derivados, além da industrialização e comercialização de biscoitos e massas alimentícias em geral. A indústria começou em 1999 e hoje tem no portfólio como principais marcas “Predilleto” e “Bonsabor”. A empresa também produz para marcas de terceiros.Segundo o Fato Relevante enviado à Comissão de valores Mobiliários (CVM), M. Dias Branco tem capital aberto – a aquisição foi realizada pelo valor máximo de R$ 90 milhões. Metade paga à vista ontem. O restante do seguinte modo: R$ 27 milhões em cinco parcelas anuais de R$ 5.4 milhões. Os R$ 18 milhões restantes a serem pagos ao fim de seis anos.

As parcelas a serem pagas deverão ser acrescidas do valor equivalente à aplicação da taxa do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), desde a data de ontem até a data do efetivo pagamento, descontadas do valor de possíveis contingências decorrentes de atos ou fatos ocorridos até a celebração do Contrato e que venham a ser exigidas da sociedade adquirida. A aquisição será submetida à ratificação pela Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas. A compra precisará passar pelo crivo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o órgão antitruste do País.

De acordo com Geraldo Luciano Matos Júnior, vice-presidente de Investimentos e Controladoria da empresa, as marcas do Moinho Santa Lúcia serão mantidas. “Vamos manter, como temos feito em todas as aquisições. Todas agregam participação de mercado. Essa operação foi estratégica da empresa para fortalecimento na região”, frisa. (Jocélio Leal e Nathália Bernardo)

O quê

ENTENDA A NOTÍCIA

Cearense, a M. Dias Branco é líder nacional no mercado de massas e biscoitos, fechando 2011 com 25,6% e 25,1% de participação respectivamente. A empresa comprou outra cearense, o Moinho Santa Lúcia.

Números

90

milhões foi o valor máximo da aquisição realizada pela M. Dias Branco

27

milhões serão pagos em cinco parcelas anuais de R$ 5,4 milhões

R$ 7 bi

ao ano é quanto movimenta a empresa no ranking nacional

Fonte: O Povo Online

 


Johnnie Walker compra Ypióca por R$ 900 milhões

maio 28, 2012

A Diageo, líder mundial no segmento de bebidas alcoólicas premium, dono de marcas como Smirnoff e Johnnie Walker, anunciou a compra da marca cearense de cachaça Ypióca.

O grupo britânico Diageo anunciou a compra da marca cearense de cachaça Ypióca por R$ 900 milhões (correspondente a 300 milhões de libras). A empresa é líder mundial no segmento de bebidas alcoólicas premium, dona de marcas como Smirnoff e Johnnie Walker. As negociações já vinham acontecendo, como O POVO adiantou com exclusividade em matéria no dia 12 de abril.

Além da marca de cachaça premium, o grupo leva também parte de seus ativos de produção e distribuição. A aquisição está prevista para ser concluída em até um mês.

A operação inclui uma destilaria em Paraipaba/CE, uma engarrafadora em Fortaleza/CE e um centro de distribuição em Guarulhos/SP.

A assessoria de imprensa da Diageo confirmou a O POVO Online que os outros negócios do grupo Ypióca, como a Naturagua e o Complexo Turístico Ypióca(Y-Park) continuam com a família Telles.

A Diageo passa, então, a ter sua própria destilaria no país e acrescenta mais 700 funcionários às suas operações no Brasil.

Negociação

No início do mês passado, o diretor presidente da Ypióca, Everardo Telles, 69, confirmou ao O POVO que chegou a negociar a venda de parte da empresa para o grupo inglês Diageo PLC, o maior do mundo do setor de bebidas (em receita).

Na época, segundo ele, o martelo não foi batido porque não houve acordo quanto ao valor. Everardo não revelou o valor pedido nem o oferecido. Mas informou que o faturamento da holding Ypióca Participações (sete empresas) no ano passado chegou a R$ 300 milhões.

Oportunidade de negócios

“O crescimento econômico do Brasil e a expansão do número de consumidores da classe média  oferecem uma grande oportunidade para que a Diageo acelere seu crescimento na categoria de bebidas alcoólicas premium local e internacionamente”, afirma Randy Millian, presidente da Diageo América Latina e Caribe.

Ele explicou que a transação trouxe oportunidade de agregar valor aos mais de 165 anos de tradição que a empresa possui no Brasil.

Everardo Telles, presidente da Ypióca, comenta: “Estou muito satisfeito por ter concluído essa transação com a Diageo. Ela garante a trajetória da YPIÓCA rumo a um crescimento sustentado e fortes investimentos, bem com a um potencial aumento das exportações.”

Fonte: O POVO Online


Faça e, também, CONVENÇA

maio 28, 2012

Por Kelly Gallinari

Esta Coluna é publicada as Segundas Feiras.

José é um garoto de 6 anos. Apesar de não ser um bailarino nato, gosta de dançar. Com reboladas, praticamente, estáticas, no estilo ‘sem remelexo’, José adora chamar a atenção da família para fazer suas famosas apresentações, com direito a coreografias e passos ensaiados.

Sempre que uma música coreografada vira sucesso, lá está José com passos na ponta da língua… ops, dos pés.

Nas apresentações familiares, todos apreciam José. Sabem de suas limitações, que não tem o corpo tão solto, mas o apreciam.

Afinal, o que prendia a atenção da mãe, avós, tias, tios e primos de José? Ele, definitivamente, não era um pé de valsa.

Em um destes eventos – sim, as apresentações viraram um evento, José me contou que ele estava ensaiando uma nova música há dias e que ele era o melhor naquela dança. Nunca vi tanta propriedade em uma fala. Para José, ele era o melhor bailarino de todos os tempos.

Foi neste dia que encontrei a resposta. José convencia e prendia a atenção de todos porque ele acreditava no que fazia e, por isso, investia tempo em aprender e se aprimorar entre uma dança e outra.

É, minha gente, este garotinho tem muito a nos ensinar. Vamos aprender com José:

- AUTOCONFIANÇA: Receber feedbacks positivos a respeito de nossas condutas, escolhas e resultados infla o ego, motiva. Mas autoconfiança independe do exterior. Autoconfiança é provida da sua escolha de acreditar que você é capaz ou que pode tornar-se capaz, independente de limitações e contrapontos. Modelos e rótulos, infelizmente, aprendidos no decorrer da vida, são os principais limitadores da autoconfiança. Quando disseram que você era gorda na adolescência, você deixou de acreditar no seu sonho de ser modelo. Quando recebeu uma bronca de seu chefe dizendo que sua organização no trabalho era péssima, simplesmente, deixou de acreditar que um dia podia desenvolver esta competência. Quando todos riram de você porque escorregou na apresentação de final de ano, no ensino fundamental, deixou de acreditar que podia dançar.

Infelizes limitações do meio.

Uma criança, como José, que ainda é desprovido destes modelos, simplesmente (sim, é simples), acredita em si. E, com propriedade disso, convence os outros. Os tãos almejados feedbacks positivos, no caso de José, acontecem, naturalmente.

Ah… a autoconfiança das crianças é algo memorável! E já que não somos mais crianças, que passemos a driblar as limitações impostas por seus pais, por seus chefes. A decisão de a acreditar em você é só sua.

- TREINO: Todos somos passíveis de novos aprendizados. Agora que já restabelecemos a nossa autoconfiança, sabemos que de tudo podemos fazer. Há, no entanto, somente um ‘porém’ nesta jornada. Aprendizado é sinônimo de esforço, de treino.
O garoto José acreditava que era um bailarino. Mas para reforçar a ideia, treinava, fervorosamente. Cada coreografia nova, novos treinos. E quando chegava a hora das famosas apresentações familiares ele estava PREPARADO. Sim, ele sentia-se preparado. E dava um show. Mesmo sem remelexo, fazia o seu melhor. E convencia.

Amigo leitor, você quer uma promoção no trabalho? Você quer ser uma mãe melhor? Você quer fazer um arroz mais soltinho? Ou você quer melhorar seus relacionamentos interpessoais? Quer fazer regime?

Seja o que for, inicie o aprendizado e TREINE. Treine sem medir esforço. Invista tempo. É necessário dedicação. Fazer um dia e no outro não, não é se dedicar. É se enganar.

José ensaiou. Muito. E ao se apresentar, ainda não exibia perfeição, mas seu esforço convenceu o público.

- ATENDA ÀS EXPECTATIVAS: José sabia que agradava. Qual a mãe, tia, avó que não quer um menininho lindo fazendo graça e enchendo suas vidas de tanta emoção positiva? José, apesar de um garoto, sabe como agradar.

José, sem saber, cumpriu uma regra básica do mundo corporativo e social: as necessidades da clientela é o que rege o negócio. O fluxo 1 – Conhecer as necessidades do cliente (no caso de José, da família), 2 – atender as expectativas (José emocionava a família) e 3 – participar positivamente do meio (o garotinho era especialista em trazer alegria) é regra básica para conquistar o outro e convencer.

Você quer uma promoção, certo? Mas conhece as expectativas da empresa para com você? Sabe o que seu chefe espera de seu desempenho?

Contribuir, positivamente, para o meio (seja profissional, social ou familiar) é garantia de sucesso, meu povo!
Naquilo em que se propõe, para ser o melhor, precisa acreditar, treinar e atender às expectativas. Sim, assim, convencerá.

Tanto aprendizado em um só menininho! Sejamos Josés, então.

Abraços e até mais!

Kelly Cavalcanti Gallinari – Coach

Kelly Gallinari é coach (profissional que aplica o coaching) formada pela ICI (Integrated Coaching Institute).

www.ecoach.com.br


Como lidar com vários chefes ao mesmo tempo

maio 28, 2012

Os principais conflitos encontrados nessa situação são: sobrecarga, mensagens conflitantes e lealdade.

É cada vez mais comum ter mais de um chefe, especialmente em empresas multinacionais ou com várias filiais. Muitas vezes são supervisores e gerentes responsáveis por áreas específicas, mas que coordenam os mesmos empregados em funções diferentes. Isso ocorre também quando são montadas equipes temporárias para a execução de projetos ou se você faz parte de uma empresa familiar.

Por conta da complexidade dessas relações, é importante que tenha muito cuidado, pois os riscos de acabar decepcionado a todos os chefes é muito grande.

Quem é seu maior chefe

Mesmo com vários diretores diferentes, você provavelmente possui um chefe específico que está, em última análise, responsável pelo seu emprego ou vaga. É muito importante saber identificar essa pessoa, pois isso irá definir quando e como você deve agir. É importante saber muito bem quem pode ajudar ou prejudicar sua carreira.

Comunique-se

Tenha certeza de quais são as suas obrigação e de que seus chefes sabem disso. Pode não estar na descrição de sua vaga que você deveria saber negociar entre os chefes, mas isso está implícito em sua posição.

Você pode criar um documento aberto na rede da empresa onde todos podem ver seus projetos e tarefas em andamento, ou você pode comunicar esses itens nas reuniões semanais.

Estabeleça limites

É muito importante estabelecer limites, principalmente quando nos reportamos para mais de um chefe. Se você é constantemente interrompido por diferentes chefes, e isso está comprometendo seu rendimento, é essencial comunicar a necessidade de tempos específicos para essas cobranças ou conversas.

Identifique conflitos

Sobrecarga, mensagens conflitantes e lealdade. É de muita importância prevenir-se desses conflitos e saber como administrá-los. Para evitar essas situações, a comunicação é essencial. Tanto entre você e seus chefes, quanto o diálogo entre eles.

Não leve para o lado pessoal

Não pense que todos os seus chefes conspiram contra sua carreira. Provavelmente todos são pressionados e você está no meio dessa situação. Saber administrar as cobranças de todos os chefes não é fácil, mas seus colegas de trabalho podem ajudá-lo e conversar com seus chefes é essencial.

Nunca coloque um contra o outro, mas converse com todos sobre a situação. O seu caso deve ser o de muitos outros dentro da empresa, então não sinta-se intimidado com isso.

Fonte: Diário do Nordeste.


5 dicas para livrar-se do mau humor matinal

maio 27, 2012

Por Flávio Emílio

Esta coluna é publicada as Sextas Feiras e aos Domingos

Biiiiiip, biiiiiip, biiiiiip… soneca… 10min… biiiiiip, biiiiip, biiiiip! Biiiiiip, biiiiiip, biiiiiip… soneca… 10min… biiiiiip, biiiiip, biiiiip! Biiiiiip, biiiiiip, biiiiiip… soneca… 10min… biiiiiip, biiiiip, biiiiip!

Quem já não passou pela terrível sensação de ter que deixar aquele “casulo” de conforto, antes das 6h para enfrentar [correndo] a dura realidade de um dia de trabalho?

Muitos sofrem de um mau humor crônico que se revela a cada alvorecer e se prolonga até 9 ou 10 da manhã. Naturalmente, todo seu esforço de articular uma boa rede de contatos pode ir por água abaixo em por conta da cara “amarrada” e “amassada”, o “bico” e os muxoxos matinais.

Como, pois, amenizar o mau humor matinal?

  • Tente ir para a cama mais cedo na noite anterior. Uma das causas mais fortes da atitude aborrecida é a sensação de não haver dormido o suficiente e a vontade frustrada de permanecer na cama;
  • Alimente-se adequadamente, pois a sensação de fome potencializa os efeitos do mau humor no trabalho, deixando sua tolerância próxima (ou abaixo) de zero;
  • Se possível, ouça músicas de sua preferência enquanto trabalha. Assim sua mente será mais facilmente “ativada”;
  • Alongue-se, caso seja possível. Assim você acorda seu corpo e começa a se ligar no trabalho;
  • Programe atividades agradáveis para o começo do dia. Evite problemas e tarefas ruins logo na chegada. Dedique-se àquelas que lhe deixarão satisfeito;

Flávio Emílio Monteiro Cavalcanti é administrador e Mestre em Gestão de Recursos Humanos .

http://dropsdecarreira.com.br/blog/



Crise na Europa e Pacote para estimular a economia

maio 27, 2012

Resumo comentado das notícias da semana que passou.

Fonte: Blog da Miriam Leitão

Europa - A semana foi marcada pela Grécia. O medo de que o país saísse do euro ficou muito concreto. Houve quedas nas ações no mundo inteiro.

Numa reunião informal dos países membros do euro, foi dito para que eles preparassem planos de contingência para a saída da Grécia, o que provocaria graves consequências, contágio. Na Espanha, o Bankia está com problemas, pediu ainda mais dinheiro do governo.

Isso provocou uma onda de pessimismo. Bolsas caíram; o dólar subiu, inclusive no Brasil. O BC atuou várias vezes para tentar evitar movimentos bruscos da moeda americana. Uma crise lá fora produziu efeitos aqui dentro.

Haverá novo encontro dos líderes europeus em junho. Hoje mesmo já se fala que a Alemanha está propondo políticas de crescimento.

Pacote para estimular a economia - É o sétimo desde 2008. De novo, o foco do governo é o setor automobilístico; o objetivo é esvaziar os pátios das montadoras. Prevê redução do IPI de automóveis, do imposto sobre operações de crédito. Desta vez, até o BC entrou, liberando R$ 18 bilhões de compulsório apenas para aumentar o financiamento de veículos.

Hoje mesmo o BC divulgou que a inadimplência nos financiamentos para a compra de veículos pelos consumidores subiu de 5,7% em março para 5,9% em abril.

O ritmo de crescimento da inadimplência na carteira de automóveis é preocupante, e o governo acha que resolve aumentando a oferta de crédito. Com juros mais baixos, fica mais fácil pagar; medidas de renegociação são bem-vindas, mas esse pacote foi feito de forma errada.

PEC do Trabalho Escravo: O Brasil deu um passo importante esta semana. A Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que permite a expropriação de propriedades rurais e urbanas onde for constatado trabalho escravo. É um avanço. Esse tema estava no Congresso há 11 anos. Fica dependendo de uma lei complementar para definir o que é trabalho escravo.

Nota do Japão é rebaixada – O Japão teve a “nota” rebaixada esta semana pela agência Fitch, que destacou o alto endividamento do país. Acontece que o Japão sempre teve dívida elevada - está em 200% do PIB, a maior do mundo, sempre financiada a custo baixo pelos próprios japoneses.

Desemprego cai - O mercado de trabalho continua aquecido. A taxa de desemprego, que tinha subido em março, voltou a cair em abril, passando de 6,2% para 6%, a menor para o mês desde 2002, segundo o IBGE.

Já o rendimento médio real dos trabalhadores caiu 1,2% em relação a março, para R$ 1.719,50.

Contas externas: Os brasileiros estão gastando menos no exterior – em abril, a queda foi de 7,6% em relação a março. O motivo é a alta do dólar. A entrada de capital estrangeiro também foi menor.

Crédito e inadimplência em alta, juros caem – O BC divulgou hoje que o volume de crédito cresceu 1,2% em abril na comparação com o mês anterior, chegando a R$ 2,1 bilhões. No ano, o crescimento é de 3,5%; e em 12 meses, de 18,1%.

A inadimplência do consumidor (atraso acima de 90 dias) subiu para 7,6% em abril. Já a taxa média de juros cobrada das famílias caiu 2 pontos percentuais, para 42,1% ao ano, uma boa notícia.

IPCA-15: A prévia da inflação oficial acelerou em maio para 0,51%, mas continuou recuando no acumulado em 12 meses, de 5,25% para 5,05%. A boa notícia é que os preços dos serviços desaceleraram.


Rito de passagem

maio 26, 2012

Akio Morita e a Sony

Por Jerônimo Mendes

Esta coluna é publicada aos sábados

Depois de muitos anos, tive a oportunidade de almoçar apenas com a minha mãe no Dia da Mães e pude emprestar-lhe os ouvidos para algumas lamentações típicas da sua geração. Embora discordasse de muita coisa, tentei exercitar aquela tradicional paciência que os filhos geralmente não tem, a mesma que me faltou na infância, mas isso é outra história.

Apesar de tudo, devo reconhecer que a vida não foi tão generosa com ela quanto foi comigo, por várias razões que somente a nossa própria história pessoal é capaz de revelar. Porém, ouvido de filho é assim mesmo, principalmente quando você tem consciência de tudo que sua mãe foi capaz de fazer para te ver bem.

Se a história da minha mãe e tantas outras histórias semelhantes fossem passadas de geração em geração por meio do DNA, seria provável que todo mundo estivesse bem, menos a gente. Esse seria o pensamento predominante, afinal, a grama do vizinho é sempre mais verde.

Será que você mereceu tudo o que lhe aconteceu até hoje? Não estou falando de coisas boas, mas de coisas que, por alguma razão, você imagina ter acontecido apenas contigo, tais como: decepções amorosas, demissões inesperadas, doenças indesejadas e outros desestímulos na vida pessoal e profissional?

De maneira geral, todo ser humano na face da Terra poderia fazer um inventário de realizações positivas e negativas ao longo de uma vida, entretanto, a mente é uma conspiradora universal. Ela tem dificuldades enormes para encarar os fatos sob um aspecto positivo.

Talvez tudo isso seja fruto daqueles milhares de “nãos” que toda pessoa recebe nos primeiros anos de vida. Posso sair, mãe? Não! Posso brincar na chuva? Não! Posso ir pra balada? Não! Posso pegar o carro? Não! Já posso transar, pai? Claro que não!

Naturalmente, se o que você mais ouve nos primeiros anos é não, fica difícil livrar-se dos modelos mentais negativos que se apossam da sua mente sem fazer algo de concreto para eliminá-los. Por vezes, é bem mais fácil conviver com eles do que canalizar energia para mudar a situação.

A despeito de tudo que possa ter lhe acontecido na vida, o fato é que sofrimento não é transferível. Na prática, ninguém passa por você aquilo que está reservado somente para você. Nesse sentido, a natureza é razoavelmente justa e o fardo é equivalente à sua capacidade de carga, caso contrário, já teria ido embora.

Considerando que ninguém consegue mudar o passado e o passado faz parte da sua história, da qual você não se livra tão facilmente, imagine as privações e provações como um rito de passagem. O simples fato de ter sobrevivido a elas é mais do que suficiente para atestar a sua condição de superioridade.

A maioria das pessoas tem dificuldades para entender isso, porém, não podemos exigir muito delas. O rito de passagem é o mesmo para todos. O que muda são as reações e o que conta é a nossa capacidade de resiliência.

Ninguém sabe da nossa dor e da nossa renúncia, já dizia Paulo Coelho, portanto, as percepções recíprocas nos colocam em condição de igualdade com todos os demais seres humanos na face da Terra.

Não somos mais nem menos, nem melhores nem piores do que os outros; lutamos apenas sob diferentes condições e em terrenos diferentes.

Pense nisso e seja feliz!

Jerônimo Mendes é Administrador, Coach, Professor Universitário e Palestrante, Graduado em Administração de Empresas e Especialista em empreendedorismo.

www.jeronimomendes.com.br


M. Dias Branco compra Moinho Santa Lúcia

maio 25, 2012

Jocélio Leal O Povo Online

M. Dias Branco comprou mais uma. Desta vez, o Moinho Santa Lúcia, de Aquiraz (CE). A empresa atua na moagem de trigo e fabricação de derivados, além da industrialização e comercialização de biscoitos e massas alimentícias em geral. A indústria começou em 1999 e hoje tem no portfólio como principais marcas Predilleto, Bonsabor, além de fabricar para terceiros. A empresa também produz para marcas de terceiros.

M. Dias Branco compra Moinho Santa Lúcia.


Aniversário de 3 Anos do Blog Falando de Gestão

maio 25, 2012

O blog Falando de Gestão comemora 3 anos de existência nesta sexta feira, dia 25 de maio de 2012.  Durante esse tempo foram quase 90.000 acessos, aqui do Brasil e de países de todo o mundo. Nesse tempo procuramos trazer conteúdos interessantes aos nossos leitores, temas como desenvolvimento pessoal e noticias foram destaques neste ultimo ano.

O Falando de Gestão tem sido visitado em média por 210 pessoas todos os dias de segunda a segunda. Como temas de destaques temos a categoria empresas que não existem mais, onde são publicadas histórias de varias empresas de sucesso que já não estão em atividades, esses artigos tem um bom numero de acessos.

Para esse ano temos vários desafios como, aumentar o trafego do blog, produzir mais conteúdo próprios, como editoriais e artigos de gestão.

Lançamento de ações do Facebook

Falando no Facebook

Em Abril criamos a nossa pagina no Facebook , estamos ainda engatinhando já fomos vistos por 117 pessoas e 34 pessoas já curtiram a nossa pagina. Estamos com projeto de oferecer conteúdo extra no Facebook do Falando de Gestão para aquelas pessoas que nos acompanham pela nossa pagina.

Agradeço a todos que viram, comentaram e participaram destes 3 anos do blog e aproveito para dizer que continuaremos produzindo e compartilhando conhecimento com vocês!

Pedro Paulo Morales

Coordenador de Conteúdo


Senso de urgência ou imediatismo… Qual a melhor opção?

maio 25, 2012

 

Por Flávio Emílio

Esta coluna é publicada as Sextas Feiras e aos Domingos.

Não há dúvidas que vivemos a era do instantâneo, do imediato, do express. Ao longo dos anos, nossos cérebros foram condicionados a esperar resultados em segundos. Isso se reflete no stress diante de uma conexão de rede um pouco mais lenta, uma fila de caixa eletrônico que cresce por conta de alguém menos desenvolto ou ainda a ansiedade por uma resposta a um SMS que teima em não chegar após “longos” cinco minutos…

A pergunta que faço é: essa imersão no mundo do instantâneo nos ajuda ou atrapalha? Penso que há duas dimensões a analisar.

A primeira é o risco de transformar a vontade de receber respostas rápidas em imediatismo. Profissionais que sofrem desse mal acabam  agindo movidos pela ansiedade, que vai gerar, certamente, decisões e ações precipitadas que serão motivos de arrependimento em um futuro próximo.

A grande ideia é procurar canalizar expectativas para desenvolver uma habilidade altamente valorizada hoje em dia: o senso de urgência. Funciona como uma espécie de centelha que “acende” nossa produtividade. Quem tem, direciona sua energia para o querer, o resolver, o criar, sem ficar adiando nada, sem “enrolar”, desperdiçar tempo ou mesmo dar desculpas estúpidas para não produzir.

Se bem dosado, o senso de urgência fará muito bem, pois nos tornará mais realizadores em nossas atividades, mantendo a preguiça – que é a síndica da “zona de conforto”, bem longe, numa distância segura.


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