Inadimplência X Lucro Real trimestral = Aperto financeiro.

setembro 29, 2011

Por Junior Faj

Varejista. Seu comércio opera no regime Lucro Real trimestral?
Cuidado!
Caso seu financeiro não tenha disponível capital reserva para ajudar nas compras; bancar a venda e recomprar comece a observar diariamente os números que compõem seus recebimentos.
Verificar relatórios de contas em aberto, vencidas e com atraso acima do normal é um processo de supervisão do CONTAS A RECEBER que ‘logo’ deve ser implantando.
Encontrar qual é a situação de inadimplência existente dentro do seu negócio será uma das molas para que ele não se encontre com o tão indesejável APERTO FINANCEIRO.
A apuração fiscal trimestral do IRPJ e da CSLL no regime Lucro Real é clara:
“A cada 90 dias o lucro líquido desse período apurado após os ajustes de adições, exclusões ou compensações, terá aplicação de 15% para recolhimento de IRPJ com mais 9% para recolhimento da CSLL, atentando para mais 10% sobre o que exceder lucro liquido de R$ 20.000,00.” Imagine o tamanho desse bolo trimestral!
Empresas com alto índice de inadimplência corre o risco de deixar governo ou fornecedores sem adimplência.
Controlar e alinhar os recebíveis a um ponto de equilíbrio existente irá favorecer tais liquides.
O mercado é dinâmico e multável, adquirir conhecimento é essencial para o gerenciamento de qualquer empresa.
Contratar consultoria especializada no assunto fará seu empreendimento crescer sustentavelmente. Pense nisso.

Junior Faj, administrador, escritor, consultor e palestrante, www.juniorfaj.com


O Apocalíptico mundo do Lucro Real

setembro 14, 2011

Por Junior Faj

Varejistas. Operar fiscalmente no regime Lucro Real deveras existir ciência.
Gestores e gestores estão querendo aprender tal teoria somente na prática.
Ignorar recursos da ciência contábil vem sendo um fator no qual anda consumindo muito tempo e dinheiro.
A falta do conhecimento, da organização interna e de um bom planejamento fiscal está transformando recolhimentos em verdadeiros turbilhões apocalípticos.
É fato e se ouve que, contribuintes e contribuintes delatam seu capital de giro para honrar as datas de recolhimentos dos tantos impostos:

  • .IRPJ – 15% com mais 10% sobre o excedente a 20.000 de lucro;
  • .CSLL – 9%;
  • .PIS – 1,65%;
  • .COFINS – 7,60%;
  • .INSS – mediana 27,8%;
  • .Entre outros.

O Lucro Real é um regime fiscal no qual o contribuinte recolhe impostos sobre seus lucros, créditos e débitos, alinhado a um período de apuração que traz as adições, exclusões ou compensações prescritas ou autorizadas pela legislação fiscal.
Diariamente, a erudição contábil apreciadora do Lucro Real deve nortear caminhos em busca do entendimento às necessidades que a empresa necessita.
A continua operacionalização desse regime sem discernimento de sua faculdade poderá acarretar males incontáveis. Pense nisso.


Preço, prazo e muita PACIÊNCIA

agosto 19, 2011

Por Junior Faj

Varejistas. Como anda os recebíveis das vendas com prazo de capitais próprio?

Muitas são as empresas que ainda sofrem com o chamado “apurado”.

Por vezes suas VENDAS têm números distantes dos RECEBIMENTOS, seu capital próprio continua girando em torno de cadernetas e anotações.

Ter bons preços com prazo em caderneta é uma operação que, quando não observada e acompanhada, eleva os custos operacionais, delata o capital de giro e limita o tempo de vida do negócio.

A falta de gerenciamento financeiro dessas empresas vem sendo um fator prejudicial ao seu funcionamento.

Tais cadernetas e anotações continuam sem limite de crédito fixado.

A venda para esse modelo financeiro somente se transformará em algo saudável para o negócio quando seu recebimento for concretizado dentro do prazo estipulado.

Entender que entre uma promessa de pagamento e um pagamento poderá existir uma distância admirável é algo que deve ser levado em consideração, principalmente quando o crédito cedido foi através das cadernetas e anotações.

Investir em TI e acompanhar os créditos liberados através de limites fixados não deixará seu financeiro com inadimplência zero, mas fará com que o CONTAS A RECEBER trabalhe estável e sem congestionamento dos pagamentos a serem liquidados.

A constância em administrar os recebíveis deve ser bem planejada e executada.

É cada vez menor o índice de inadimplência das empresas que já estão gerenciando o setor financeiro com competência e excelência.

Esse modelo aplicado vem maximizando a entrada de dinheiro em caixa e mostrando a importância do aumento das vendas em outras modalidades de crédito.

O mercado é multável, porém adaptável, a organização interna de um empreendimento fomentará sua idade.

Ter bons preço e dar prazo em cadernetas e anotações sem limitações ou acompanhamentos, pode ser uma operação geradora de muita PACIÊNCIA. Pensem nisso. (Junior Faj, administrador, escritor, consultor e palestrante, www.juniorfaj.com)


SPED fiscal

maio 2, 2011

  Por Junior Faj

Varejistas. Se os tributos recolhidos por sua empresa são a… Imaginem agora.

Alguns anos atrás, o Brasil, mesmo sendo um dos países com maiores cargas tributárias do mundo, ainda perdia volumes de arrecadações.

 As formas em contabilizar impostos eram burocráticas e manuais.

Tais procedimentos empobrecia o caixa do governo.

Hoje, com o avanço, crescimento e desenvolvimento acelerado da TI, o governo vem usando essa ferramenta como aliada na busca pela ORGANIZAÇÃO FISCAL.

E porque não exemplificar: ‘melhores arrecadações’.

O sistema público de escrituração digital, SPED, é um instrumento criado e que está sendo utilizado para eliminar o uso da escrituração em papel.

Um verdadeiro adeus às burocracias manuais antes existentes e que tanto empobrecia o governo.

Procurando acompanhar este novo modelo de gerenciamento fiscal, inúmeras empresas tentam adquirir TI compatíveis a essa esfera tributária implantada – Para muitos, uma realidade longe de ser vivenciada.

Vários são os sistemas operacionais existentes nas empresas que não conseguem se relacionar com o fisco – SPED.

A cada dia legislações mutáveis e conhecimentos incógnitos do mundo fiscal vem alimentando o desentendimento do que parecia ser a mais simples ferramenta de ORGANIZAÇÃO FISCAL – SPED

Datas prorrogáveis continuaram a nascer?

Enquanto os sócios ‘governo e empresas’ não se alinham, errar será para o contribuinte um bom negócio para a arrecadação fiscal. Pensem nisso.

(Junior Faj, Administrador, Escritor, Consultor e Palestrante, http://www.juniorfaj.com)


Os sete pecados no Lucro Real?

abril 18, 2011

Por Junior Faj

Varejistas. Se sua empresa opera tributariamente no regime Lucro Real, muitos são as responsabilidades organizacionais a serem seguidas.

Dos erros internos que mais acontecem no gerenciamento fiscal dessas empresas que operam no Lucro Real podemos destacar sete que diretamente elevam os tributos dentro deste regime:

1 – O não acompanhamento das previsões de recolhimento do PIS;

2 – O não acompanhamento das previsões de recolhimento da COFINS;

3 – O não acompanhamento das previsões de recolhimento do ICMS;

4 – O não acompanhamento das previsões de recolhimento do ISLL;

5 – O não acompanhamento das previsões de recolhimento do IR;

6 – A inutilização do sistema operacional na geração de relatórios fiscais que norteiam as operações de compra e venda de mercadorias comercializadas;

7 – A falta de um PLANEJAMENTO FISCAL.

Se verificarmos as empresas que almejavam minimizar seus tributos operando neste regime, logo percebemos que este número encontrado é esmagado pelas empresas que estão maximizando seus tributos.

A falta de uma boa organização ainda é constância na realidade dos comércios. Uma organização fundamentada nas necessidades de um entendimento fiscal tributário.

Em grande quantidade são os contribuintes que contribuem, mas não sabem o que contribuem, porque contribuem e para que contribuem.

 Mesmo com tamanha disparidade neste que é um dos países com maior carga tributária mundial, buscar entender e aprender o funcionamento dos regimes fiscais existentes é algo que pode se tornar em um forte diferencial competitivo. Pensem Nisso.

(Junior Faj, Administrador, Escritor, Consultor e Palestrante, http://www.juniorfaj.com)


Rentabilidade

abril 11, 2011

Por Junior Faj

Varejistas. Qual o setor da sua empresa que vem dando rentabilidade ao negócio?

Hoje, mesmo com tantas informações circulantes e que geram caixa, esta pergunta ainda continua em muitos casos recebendo um ‘não sei’ como resposta.

Vários são os gestores que ainda não têm como foco observar os setores que alavancam a rentabilidade do negócio, isso vem fazendo empresas e empresas continuarem a investir em setores que vendem muito e rentabilizam pouco.

Parece ficção, mas algumas multinacionais varejistas estão adentrando em fatias do mercado com empresas compactas e rentáveis. Elas investem pesado em setores que maximizam a lucratividade da loja.

“Se entrarmos em uma loja de bairro de uma multinacional, a percepção de venda que ela passa ao consumidor é de um verdadeiro arsenal de novidades”.

Como elas conseguem?

Estudos que viabilizam setores que geram maiores lucros ao negócio desejado são feitos de acordo com as necessidades de vendas existentes; exemplos:

Mix da loja;

Classificação econômica dos clientes;

Promoções existentes;

Serviços indispensáveis e inovadores;

Marketing, entre outros.

Dados que após analisados se transformam em tomadas de decisões essenciais para os procedimentos aplicáveis.

Diferente das demais, empresas que executam esses processos ganham mais dinheiro e ficam mais solidas frente à concorrência.

Quando não se tem mão de obra qualificada para operacionalizar tais mudanças, a saída é contratar consultorias especializadas no assunto, um paradigma difícil de ser quebrado por muitos empresários, já que o investimento a ser feito é visto como custo.

E as multinacionais que veem esse custo como investimento continuam crescendo e lucrando. Pensem nisso. (Junior Faj, Administrador, Escritor, Consultor e Palestrante, http://www.juniorfaj.com)


Caicó está enferma.

março 15, 2011

Por Junior Faj

Bem caicoenses, esta semana estarei escrevendo sobre um fato que aconteceu com minha família e que pode acontecer com a sua.
Tudo começou segunda-feira dia 21 de fevereiro de 2011 quando meu pai foi encontrado caído em frente ao seu local de trabalho.

“Seu chico ou chico de Arlete” como era conhecido, foi acometido por um AVC.

Ali se iniciava a corrida em busca da sobrevivência!

Um verdadeiro octógono sem quaisquer chances para meu pai.

Nome do octógono: “UTI do Hospital Regional”.
Lutadores: Papai X Descaso da Saúde em Caicó.

Do leito melhorado que recebe o mérito de UTI, meu pai passou seus últimos dias de vida.

NOOTROPIL INJETAVEL, este era um dos medicamentos que estava faltando para os atendimentos de emergência do leito melhorado.

CUSTO DESTE MEDICAMENTO? Comprei 6 ampolas por pouco menos que R$ 11,00.

A secretaria de estado da saúde pública do governo do estado do Rio Grande do Norte diz que é sua missão: Promover a descentralização para os municípios dos serviços e das ações de saúde, bem como, acompanhar, controlar e avaliar estas ações, proporcionando apoio técnico e financeiro, coordenando o processo saúde-doença, na perspectiva da proteção e recuperação da saúde individual e coletiva. (http://www.saude.rn.gov.br/contentproducao/aplicacao/sesap/instituicao/gerados/missao.asp)

Alguns dizem que isto é coisa de transição.

Perguntaram-me: Cadê a ROSA?

Só vi as da grinalda!

Sim! As ampolas que comprei não deu tempo meu pai usar, ele veio a óbito. Doei-as ao hospital.

Finalizo ressaltando: “A população de Caicó junto da imprensa deve cobrar das autoridades responsáveis melhorias urgentes para a saúde do município”. (Junior Faj, Administrador, Escritor, Consultor e Palestrante, http://www.juniorfaj.com)


Dumping.

março 12, 2011

Por Junior Faj

Varejistas. Muitas empresas conseguem crescer as receitas rapidamente quando jogam os preços de venda lá pra baixo.

Isso é bom?

O aumento excessivo da prática do ‘dumping’ vem fazendo com que essas empresas esqueçam a parte rentável do negócio: “Ganhar dinheiro”.

Jogar o preço de venda lá pra baixo sem prever as necessidades operacionais existentes acarreta futuras crises financeiras – As margens não cobrem os custos.

Praticar ‘dumping’ é uma operação que precisa ser acompanhada de perto e com planejamentos estratégicos – Os custos operacionais continuam crescentes.

Disse Michael Porter, autor de diversos livros sobre estratégias de competitividade e professor da Harvard Business School: “UMA EMPRESA SEM ESTRATÉGIA FAZ QUALQUER NEGÓCIO”.

Cinco são os principais fatores que influenciam a pratica do ‘dumping’ negativo:
1 – Não saber qual o custo operacional do negócio;
2 – Não conhecer a dedução dos tributos existentes do negócio;
3 – Não acompanhar a rentabilidade do negócio;
4 – Não diversificar o mix de produtos do negócio;
5 – Bater o preço da concorrência sem uma boa negociação de compra – O mais praticado.

Toda empresa necessita crescer, desde que, dentro deste crescimento exista uma saudável rentabilidade para o negócio.

Trocar figurinhas foi coisa do passado. Pensem nisso. (Junior Faj, administrador, escritor e palestrante, www.juniorfaj.com)


A escolha é do consumidor

março 1, 2011

Por Junior Faj

Varejistas. Algumas empresas perdem vendas por contemplar as necessidades particulares do setor comercial.

O mix de produtos oferecidos dentro da loja vem determinando o crescimento no faturamento de diferentes setores do negócio.

Quanto mais produtos e marcas diferenciadas para suprir as necessidades do consumidor, maiores serão as vendas.

Existem vários termômetros que indicam quais produtos devem ser comercializados pela empresa; entre os mais usados podemos citar: Rotatividade, rentabilidade, marca, qualidade, preço, regionalidade, curvas ABC entre outros.

A forma de como será gerida cada situação são fatores consideráveis e que devem ser assistidas de perto.

Tais termômetros devem ser utilizados e colocados em prática.

Mario Persona, consultor, palestrante e escritor em uma de suas triviais escritas disse:

“Muita gente quebra a cara por achar que vai conseguir vender para os outros aquilo que venderia para si… Aí decide fabricar aquilo que mais gosta, abrir uma loja no ponto mais perto de casa e só contratar quem torcer pelo mesmo time. Se tiver sorte, vai encontrar gente do mesmo gosto para comprar. Se não tiver, vai achar que é a crise, só para manter intacto o seu critério de auto-referência… Se desejo atingir algum público, minhas preferências devem ficar guardadas para mim, caso não encontrem eco no mercado”.

A escolha é do consumidor, ele só irá pagar pelo produto quando seus desejos e necessidades forem supridos.

Enquanto o setor comercial desviar as atenções de compras visando suas particularidades sobre produtos e consumo, as vendas da empresa terão instabilidade no crescimento.
Fazer estudos sobre as práticas de consumo dos clientes e possíveis clientes diminui falhas do setor de compras e maximiza o giro de produtos.

Pensem nisso.

Fonte: http://www.qualidadebrasil.com.br

Empresa presa.

janeiro 26, 2011

Por Junior Faj

Varejistas. Qual foi o último planejamento estratégico montado em cima de números e realidade do mercado atuante pela sua empresa?

Quantas serão as respostas para cada empresário entrevistado?

Vários empresários continuaram a expressar do seu próprio não, a conhecida frase que o motiva, mas que quase nunca será executada: “já comecei a elaborar”.

A cada dia, algumas empresas que crescem sustentavelmente, continuaram crescendo sustentavelmente e se destacando no atual cenário varejista. Este processo glorioso não vem do acaso, ele nasce dos planejamentos elaborados com visão de mercado, que buscam as constantes oportunidades nas necessidades existentes.

Ao contrário dos destaques, a cada dia, outras empresas continuam estagnadas, decrescendo e perdendo mercado, pois a falta de planejamentos estratégicos que norteia novas receitas e lucros em busca do tão sonhado crescimento sustentável é uma existência danosa.

A era da informação, período que estamos presenciando, vem sendo o principal professor educacional e gratuito para todos do mundo business. Diariamente ela mostra como é presente a ausência de estruturas gerenciais e administrativas bem organizadas e que foquem planejamentos estratégicos e inovadores para o sucesso dos negócios.

Se o seu empreendimento estiver aguardando passar essa tempestade de novas tendências oriundas da era da informação, ele pode correr o risco de adentrar o caminho da “empresa presa”; a empresa que não cresce e que morre lentamente.

Verificar em qual situação se encontra seu negocio hoje é o primeiro passo que poderia ter sido dado ontem. Pensem nisso. (Junior Faj, www.juniorfaj.com)

 


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