Marketing Pressoal 6: Tenha bons modos

junho 27, 2011

Por Reginaldo Rodrigues

Apesar de muita hipocrisia em torno do tema, a dita etiqueta deve ser considerada em todos os momentos, pois é também de extrema relevância dentro do Mix Marketing Pessoal. Podemos definir regras de etiqueta como um conjunto de normas a serem seguidas para uma melhor convivência em um determinado grupo. Estamos falando de normas e procedimentos aceitos pela maioria. Portanto as regras de etiqueta estão relacionadas totalmente às tradições e culturas.

Como nossa abordagem é mercadológica, vamos nos ater aos ambientes coorporativos, não que os outros não sejam importantes. Algum dos tópicos abordados aqui pode parecer óbvio ululante, mas há de ser mencionado, por exemplo: as roupas utilizadas na empresa devem estar em total sintonia com o ambiente. Mesmo que o uso do uniforme não seja adotado, use roupas discretas. O tom de voz deve ser moderado, e altas gargalhadas nem no horário de café. Falando nisso não se esqueça que a mesa do escritório não é mesa de jantar, portanto refeições ou lanches devem ser feitos na copa, cozinha ou refeitório, tente imaginar a chegada de um cliente ou parceiro da empresa e você de boca cheia.

A especialista em etiqueta, Célia Leão, diz que não é deselegante dizer não ao chefe quando o mesmo desejar atribuir mais tarefas quando você já custa dar conta das que já têm. Mas tem que ser com muito cuidado, pois sempre tem alguém de olho na sua vaga. Para dizer o não, enumere todas as tarefas que já tem, o tempo gasto em cada uma delas, e argumente. Ela diz ainda que não é aconselhável atender o celular do colega ausente, a não ser que tenha autorização, como não se deve entrar em assuntos que não são da sua alçada nem participar de conversas inadequadas. Não faça corpo mole diante das tarefas, pois assim correrá sério risco. Falando nisso, a grande vilã das empresas tem sido a internet, e por isso mesmo motivo de muitas demissões. Embora possa parecer tentador em determinados momentos, limite-se a usar a “net” somente para assuntos profissionais.

O Juiz Trabalhista do Rio Grande do Sul, Jorge Alberto Araújo afirma que o acesso a sites de relacionamento, como o Orkut, por exemplo, nos terminais da empresa podem ocasionar advertência, suspensão e até demissão por justa causa numa reincidência. Vários outros pequenos gestos podem fazer uma grande diferença. Certa vez, embora não seja minha área, mas atendendo uma solicitação do cliente, fiquei responsável por selecionar uma equipe para uma das filiais da empresa. Dentre os bons candidatos, escolhi um que tomou água e fez questão de lavar o copo e recolocá-lo no lugar, acabou sendo um critério para a contratação, associado a outros atributos, claro. Reaproveite tudo o que pode ser reaproveitado na empresa, o chefe observa. Mantenha o seu ambiente limpo e arrumado, cuide do equipamento e material como se fossem seus, essas ações podem definir uma promoção.

Portanto, não faca mais “aquela cara” que provavelmente você faz diante de futilidades, quando aparecer na televisão a Glória Kalil falando sobre boas maneiras no convívio social. Na maioria absoluta das vezes a prática da etiqueta nada mais é do que respeitar o espaço e o direito do outro, é ser educado. Vale para quem quer um lugar no mercado e para aqueles que se preocupam com a manutenção do cargo. E para minha caixa de e-mails encher de mensagens de escárnio, vou ousar até indicar um livro da especialista Célia Leão: Boas maneiras de A a Z. Acesse os artigos anteriores aqui mesmo no site. O próximo será o último artigo da série.

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Fonte: Administradores.com

Marketing Pessoal (5) – O poder da imagem

fevereiro 21, 2011

Por Reginaldo Rodrigues

Se você está acompanhando nossa série de artigos sobre Marketing Pessoal acredito que já está desenvolvendo outras aptidões que não as técnicas. Acertei? Recebo diariamente diversos e-mails de leitores que inclusive guarda os artigos. Obrigado. Não se esqueça que o tempo corre contra você, se ainda está parado saiba que existem vários concorrentes seus que estão em ação. Hoje discorreremos sobre o valor da imagem. Temos que definir a maneira como queremos ser percebidos pelo mercado. Após essa definição, fazemos um Planejamento de Marketing Pessoal e começamos imediatamente a colocá-lo em prática.
O publicitário Chuck Lieppe, elevado a categoria de grande pensador graças a citação seguinte, o que já é resultado de Marketing Pessoal, dizia: “Aparentar ter competência é tão importante quanto a própria competência”. Não há como negar que o mercado compra na maioria das vezes a imagem. Portanto o aspecto externo deve ser cuidadosamente trabalhado, pois é o primeiro a ser observado o que o torna componente importantíssimo na concepção da nossa marca pessoal. Nos estacionamentos vemos primeiro os carros mais bonitos. Nas festas disparamos olhares para as mulheres que estão mais bem vestidas, o mesmo vale para as mulheres em relação aos homens. Por mais que às vezes levemos pra casa laranjas sem caldo, ou maçãs que parecem isopor, sem sabor algum, no momento da escolha na banca eram as mais vistosas.
Li em algum lugar, lamento não informar a fonte já que desconheço o autor, e repito sempre aos meus alunos e clientes: “nunca teremos uma segunda chance de causarmos uma primeira boa impressão.” Na prática isso significa que no mínimo devemos ter cuidados básicos de higiene como: cabelos sempre cortados e penteados para homens e bem penteados para mulheres, dentes escovados, unhas cortadas e outros que não podem ser negligenciados. São a base da construção da sua imagem, portanto deve ser sólida. Quanto aos trajes, vista sempre a melhor roupa que tiver para a ocasião. Não significa usar “passeio completo” (terno e gravata) em todos os momentos, mas se vai vestir esportivamente opte pela melhor que tiver. Tenha na sua Rede de Relacionamento alguém que seja especialista em moda. Alguns modelos ou cores podem disfarçar atributos físicos que sejam pontos fracos como “gordurinhas a mais” ou “altura a menos”. O péssimo hábito de importar cultura deve ser abolido neste caso, sem invenções de trajes típicos de regiões ou países diferentes dos nossos. Nos Estados Unidos, por exemplo, existe a cultura do tal “casual day”, a permissão protocolar de usar o que bem entender na sexta feira. Aparece cada coisa nos ambientes de trabalho. Acessórios, perfumes, maquiagens também devem estar sempre adequados, pois podem comprometer tudo.
Por mais que alguns “torçam o nariz”, somos produtos, e como tal devemos ter embalagem, marca, boa aparência e tudo isso com personalidade. Espelhe-se em alguém e siga seus exemplos, dando o seu toque pessoal.  O tempo continua correndo. Roupa passada, sapato engraxado, carro limpo, barba bem feita, pasta arrumada e mãos a obra. Os resultados só aparecerão a partir do momento que você começar. Comece hoje, já. Para ler os demais artigos da série Marketing Pessoal faça busca aqui mesmo neste blog e aguarde os dois últimos artigos da sequência.
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A Avon corre perigo?

dezembro 23, 2010

Por Reginaldo Rodrigues

A indústria dos cosméticos é certamente uma das mais movimentadas em datas especiais como final de ano. Afinal de contas todos temos vários produtos dessa linha. Uma amiga jura que o próprio Papai Noel usa tais produtos para se manter bem apresentável e perfumado no período natalino.  Hoje, somente na primeira meia hora do dia usei sete produtos, parei para refletir a respeito exatamente para escrever este texto. Anote aí e depois reflita sobre os que você usa no dia-a-dia. Utilizei creme dental, shampoo, condicionador, sabonete, desodorante, protetor solar e pó antisséptico; e não sou dos mais vaidosos. O protetor, da Natura, comprei em uma Secretaria de uma Prefeitura para a qual prestamos serviço. Está aí um dos segredos desse negócio, as vendedoras podem desempenhar suas funções simultaneamente a outros trabalhos.

Permita-me repetir uma história, que já contei algumas vezes, acontecida ao ser abordado por uma consultora da Avon. Era realmente uma consultora, pois dominava todas as técnicas de venda e demonstrava profundo conhecimento dos produtos. Nos nossos cursos de Atendimento e Vendas frisamos a diferença que existe entre um vendedor e um consultor. Enquanto o primeiro se limita a servir o que o cliente procura, o segundo apresenta ao cliente todas as opções disponíveis e as vantagens que cada um dos produtos proporcionará. O consultor é proativo, tem atitude, sente prazer em servir bem e resolver o problema do cliente. Conclui uma venda e imediatamente já fala das novidades da empresa para o consumidor, o que pode resultar em uma nova negociação. Era esse o perfil da profissional do Avon que tentou de várias maneiras convencer-me do quão beneficiado seria ao adquirir um Kit Natalino.

 

Mesmo sem comprar o produto, enquanto aguardava para uma reunião, coloquei-me a refletir sobre a Avon, precursora neste modelo de negócio. Mesmo fazendo parte do seleto grupo de empresas com mais de um século de mercado e hoje presente em mais de 140 países a empresa de cosméticos teve que investir alto em Marketing em função da concorrência. A preparação das vendedoras através de cursos e seminários é sem dúvida uma estratégia interessante, mas não chega ser um diferencial já que os concorrentes também estão atentos a isso. Também fazia parte do “Arsenal Persuasivo” da menina uma revista com várias dicas de argumentação, parecia um manual. Havia ainda neste manual algumas definições mais técnicas dos perfumes, cosméticos e suas composições. As mais de cinco milhões de revendedoras da Avon contam ainda com material promocional de altíssima qualidade e várias fragrâncias dos produtos disponíveis nas próprias revistas com um simples esfregar de pulso no impresso. E hoje além de produtos populares estão à disposição do público brasileiro também produtos para públicos mais exigentes e consequentemente de maior valor agregado.  E pensar que até poucos anos atrás os produtos da Avon, fora os batons, eram sinônimo de baixa qualidade, pelo menos aqui no Brasil. Sem muitos critérios as vendedoras saíam com a revista oferecendo produtos.

 

Já que mencionamos o fator concorrência, a brasileira Natura se tornou uma referência inquestionável em venda direta e já está em outros países também. Apesar de continuar líder mundial no negócio a Avon ainda tem mais preocupações. A outra brasileira, Racco, caminha a passos largos e a parceria com o cantor Roberto Carlos no lançamento do perfume Emoções foi sem dúvida um divisor de águas na trajetória da empresa. Falo com propriedade da Racco, pois fiz algumas palestras para as consultoras da empresa em cidades no centro oeste mineiro e conheço bem o potencial de mercado da marca. E para esquentar ainda mais a disputa “porta em porta”, o Sílvio Santos, apesar dos contratempos financeiros, já está “abocanhando” uma fatia significativa desse bolo. A Jequiti entrou no mercado inicialmente tendo como alvo direto a Natura, e o grupo do Sílvio não brinca quando o assunto é dinheiro, apesar desse “cochilo” no caso Panamericano.

E não se esqueça na hora de usar o perfume passe na nuca, atrás das orelhas, dos joelhos e na região à frente dos cotovelos. Segundo a consultora, fixa mais o cheiro por haver maior circulação de sangue. Não sei qual a relação mas até então estou seguindo a sugestão. Em relação a perfumes e colônias ouvi algo muito interessante de uma ex-supervisora da Jequiti, que agora está conosco. Em alguns momentos homens compram e usam perfumes femininos e o contrário também acontece, mulheres utilizam produtos da linha masculina, o que ela desaprova veementemente. “Se uma mulher sentir o cheiro de um perfume feminino em um homem, o encanto será quebrado, inconscientemente ela perceberá a presença de outra mulher, que poderia ser uma amiga e não de alguém que despertaria interesses sexuais.” Definitivamente para ela, essa não é uma estratégia interessante para atrair o sexo oposto.

Fonte: http://www.gestopole.com.br


Sílvio Santos: Papai Noel de baú vazio

novembro 29, 2010

Por Reginaldo Rodrigues

“Se um dia eu perder tudo, tenho certeza que recupero tudo novamente.” Sou fã incondicional do autor da frase, Sílvio Santos. Tenho e recomendo “A fantástica história de Sílvio Santos, livro do escritor Arlindo Silva que conta a trajetória do homem do Baú desde a época em que era camelô, radialista, “Peru que fala” na barca Rio-Niteroi, agenciador de propagandas, apresentador das tardes de domingo da Rede Globo e até pára-quedista do exército. Não é à toa que minha filha de sete anos pede para colocar no Sílvio Santos, cantando “la la la la… lá la la la” mesmo com diversos canais infantis na TV à cabo. A época em que vendia anúncios para a circuito de sonorização que havia montado na barca representou o início da trajetória do homem de negócios bem sucedido que viria a ser. Mas o que está acontecendo com as finanças do patrão?

Quando existem prejuízos, suspeitas de fraudes, desvios, e outras mazelas financeiras podemos afirmar com certeza que houve falha administrativa. Certamente alguém deixou de fazer bem o seu trabalho. Atuais ou ex, Presidentes e diretores do próprio Pan Americano, do Banco Central e auditores não perceberam ou fingiram não ver o tal rombo de 2 bilhões e meio. Ingenuidade? Não acredito, pois sempre são vários os profissionais envolvidos. Fato é, que a crise gerada no Grupo Sílvio Santos após a publicação dos problemas envolvendo o Banco já fez vítimas, Luis Sandoval, presidente do Grupo pediu demissão. O executivo, que estava há mais de 40 anos nas empresas justificou sua saída a discordâncias com o próprio dono em relação à direção das empresas. O ex-superintendente do Banco, Rafael Palladino já havia sido afastado junto outros diretores, logo que a crise veio a público. Palladino é primo de Íris, esposa do “Patrão”. Tenho convicção de que a história terá muitos desdobramentos. Acredito que neste caso Sílvio pediria ajuda aos universitários se administrasse suas empresas no palco. Se bem que como apresentador, de vez em quando costuma cometer algumas gafes. Exemplo disso foi o comentário do comunicador em relação a um produto da Jequiti, empresa do Grupo. “Não gostei, não posso com cheiro, tenho alergia, prefiro sabão de côco.” Disse certa vez em um dos programas. Voltando ao banco, “ele não está à venda”, segundo os controladores, e um Plano de Ação para a recuperação do prestígio no mercado já está sendo preparado. A participação direta da Caixa Federal, sócia, na gestão já é parte da estratégia.

A credibilidade conquistada ao longo das várias décadas de existência do Grupo garante as aplicações dos clientes, haja vista, o empréstimo conseguido. Por mais que outras empresas “saudáveis” do empresário, inclusive o SBT tenham sido constadas como garantias, não dá para dizer que Silvio Santos quebrou. O “Sílvio Santos” está entre os 100 grupos privados que mais faturam no Brasil. Empresas passam por crises, e as mesmas são superadas com seriedade de gestão e acima de tudo estratégias. Mas este não será o melhor aniversário da vida do apresentador. A data até emblemática, Abravanel completará 80 anos em 12 do 12, provavelmente não terá tantos sorrisos quanto em outros tempos, nem tampouco será cheio o Baú de Natal deste ano.

Fonte: http://www.webartigos.com


Havaianas: Reposicionamento de uma marca

novembro 10, 2010

Por Reginaldo Rodrigues

Minha vida é pular de hotel em hotel, cada dia em uma cidade diferente. No escritório já tomaram conta da minha mesa, já que por lá apareço pouco. E nessas idas e vindas minhas Havaianas não saem da mala. E as minhas são as tradicionais, feias, desgastadas, porém muito confortáveis. São as mesmas da época do “Não deforma, não tem cheiro e não solta as tiras”. Sinceramente não entendi o “não tem cheiro do slogan”, de qualquer forma não me separo desses chinelos. Aproveito para relembrar outros slogans: “As legítimas”, “Isto é amor antigo” e o atual “Todo mundo usa”. Realmente, somente no ano passado foram vendidos 184 milhões de pares em todo o planeta.

Essas frases refletem bem as transformações pelas quais “a Havaianas” passou ao longo dos anos. Os autores Al Ries e Jack Trout dizem que o posicionamento é a maneira como o produto é percebido pelo consumidor. O principal diferencial competitivo, segundo eles, é se posicionar na mente do cliente. Até há alguns anos a marca estava posicionada na mente do consumidor como um produto barato, prático e confortável, ou seja era um produto popular. Não gosto muito dessas divisões de classes mas Havaianas eram sandálias para as classes “C”, “D” e outras mais em direção ao final do alfabeto. Nesta época o principal garoto propaganda era o humorista Chico Anísio, que ficou tão conhecido, que alguns pensavam que ele era o dono da marca. O humor sempre foi a tônica das mídias das sandálias. Fechando a questão de maneira objetiva, quem usava era pobre. Eu, como tal, desde essa época já era consumidor, como já usei Congas, Kichutes e similares que talvez você nem se lembre.

A sandália surgiu no início da década de 60, inspirada em um modelo japonês feito de tiras em tecido e solado de palha de arroz, por isso na parte interna dos chinelos, os grãos de arroz na textura tornam o produto inconfundível. Mas o que mudou dessa época para hoje nas Havaianas? Mudou a percepção da marca. Houve um reposicionamento, de maneira que hoje Havaianas são sinônimo de qualidade, beleza e conforto, inclusive para os públicos mais exigentes. Atribui-se a Gisele Bundchen a abertura de mercado internacional para a marca através de divulgação expontânea ao utilizar o produto despretensiosamente, mesmo que depois ela tenha feito uma campanha para a concorrente Ipanema. Na TV, Luiz Fernando Guimarães, Malu Mader, Lázaro Ramos, Fernanda Lima dentre outros artistas anunciaram o produto nessa nova era. Vieram novas cores e modelos sazonais, como os dos países da Copa do Mundo por exemplo. No início de 2000 o mundo descobriu Havaianas, inicialmente Havaí, Austrália, França e hoje é consumido em mais de 60 países.

Fazendo parte desse processo de reposicionamento, a marca lançou chinelos mais delicados, especialmente desenvolvidos para o público feminino, rapidamente caíram no gosto das mulheres. Algumas outras ações tiveram grande impacto no crescimento da marca: desde 2003 Havaianas participam do Oscar presenteando os homenageados com modelos exclusivos, e no ano seguinte lançou uma edição especial com acabamento em ouro e diamantes em parceria com a marca H.Stern. Evidente que não encontrei um modelo desses na visita que fiz a uma loja própria da marca recentemente, diga-se de passagem um espaço bonito, colorido, com atendentes simpáticas e atenciosas, condizente com o que a marca representa no mercado. Mas Havaianas deixou de ser sinônimo somente de chinelos. Vi bolsas, pingentes, toalhas e até meias, especiais para serem usadas com o chinelo. E se mesmo assim você não ficar convencido de que andar de chinelo pode ser chique ou elegante, pode calçar os tênis Havaianas, só não dá pra dizer que são discretos. Coloridos e vistosos seguem a mesma linha alegre e vibrante preconizada pela marca. No meu caso, continuo usando as mesmas, desgastadas e velhas, no banho ou no máximo no hall do hotel.

Reginaldo Rodrigues é Graduado em Comunicação Social, Pós Graduado em Gestão Estratégica em Marketing Jornalista, radialista, articulista, consultor, palestrante e estudioso.

Blog: http://reginaldorodrigues100.blogspot.com
Twitter: http://twitter.com/reginaldorod
Site:
http://www.rcem.com.br

Fonte: http://www.webartigos.com


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