Como recuperar a motivação no trabalho

abril 30, 2012

Clique para AmpliarNinguém está livre de se sentir desanimado com o trabalho que realiza. Confira sete dicas que podem ajudá-lo

Não é difícil encontrar funcionários que, por qualquer motivo que seja, acabam desanimando do trabalho que realizam na empresa. Muitas vezes alguma situação inesperada faz com que você se sinta inseguro, os objetivos e metas propostos deixam de ser claros e tudo que tem vontade é largar tudo e voltar para casa.

Perder a motivação no trabalho é um problema que pode acontecer com qualquer pessoa, o que você precisa é saber como recuperá-la de maneira que seu rendimento volte a ser o melhor possível. Confira 7 dicas que podem ajudá-lo a recuperar o ânimo no trabalho.

Aceite o problema

É muito mais fácil dizer do que fazer isso, mas você precisa encarar a realidade. Procure o fator que vem deixando você desanimado e pense em como você poderá resolvê-lo. Uma boa maneira de aceitar o problema é se manter grato pelo que você já tem e ver situações positivas mesmo nas menores coisas, como um elogio de um colega a um trabalho realizado.

Faça o que gosta

Tente encontrar tempo para fazer algo que você gosta todos os dias. Mesmo que sejam apenas 5 minutos, dedique-os a cuidar de si mesmo, com o que quer que seja que te faça bem. Para que sua vida não se torne repetitiva – o que pode te desanimar ainda mais – faça uma lista com todas as coisas que te agradam e escolha aleatoriamente o que você vai fazer naquele dia.

Procure apoio

Pessoas que se relacionam socialmente, em geral, são mais felizes. Isso significa que você não deve se isolar e guardar o problema para si. Uma boa opção nesse caso é pedir a ajuda do seu chefe. Pode parecer loucura, mas conversar com ele sobre o que está te fazendo mal pode ajudar você a encontrar uma solução. Se você não se sente a vontade em conversar com ele, fale com seus amigos próximos ou familiares. E mantenha-se cercado de pessoas que te fazem bem.

Descanse e reflita

Esqueça a ideia de ir para todos os lados, fazer tudo o que você quer ou precisa em um curto período de tempo. Muitas vezes a desmotivação no trabalho vem do simples cansaço físico e mental. Reserve os seus tempos livres para parar e pensar no que você tem feito e em como isso vai ajudá-lo a alcançar seu objetivo. Reveja todas as suas metas, anote objetivos novos e como você poderá fazer para alcançá-los.

Reveja projetos atuais

Pense em todos os projetos que você vem comandando no trabalho. Você estava animado para assumir todos eles? Eles estão se encaminhando de acordo com os seus propósitos? Lembre-se que suas ações e objetivos só são úteis se te deixam mais perto de onde você pretende chegar.

Passo seguinte

Muitas vezes, ao assumirmos um projeto grande, acabamos desanimando quando percebemos que já fizemos muitas coisas e que ainda faltam muitas outras para serem feitas. Portanto, não se preocupe tanto com a visão do todo e foque-se no próximo passo. Embora você não possa esquecer completamente qual é o objetivo final daquele projeto, concentrar-se em um passo de cada vez fará com que você se sinta mais tranquilo ao avançar.

Inspire-se

Lembre-se, a todo momento, porque é tão importante para você finalizar aqueles projetos. Guarde fotos, recortes de jornal e qualquer outra coisa que tenha relação com o seu projeto. Uma vez que você saiba exatamente porque a conclusão dele é tão importante, qualquer problema se torna um simples obstáculo.

Fonte: Diário do Nordeste


Quando se perde o brilho nos olhos

abril 10, 2012

Celso Derisso Filho

Deve ser muito triste para qualquer pessoa peder a motivação e começar a agir no “piloto automático”, seja no trabalho, na vida, no casamento, etc.

Creio ser importantíssimo termos motivação para acordar todos os dias e termos orgulho de dizer que fazemos algo de que gostamos, de chegar no domingo a noite e não se desanimar pelo fato da segunda-feira estar chegando e termos que começar mais uma semana. Uma vez alguém me disse que a melhor coisa de segunda-feira, é o fato de ser o dia mais longe da próxima segunda. Essa pessoa com certeza não gosta do que faz.

Todos os dias temos a oportunidade de nos reinventarmos, de sermos melhor do que no dia anterior, porém, muitos passam o dia reclamando e não fazendo nada para mudar a situação. Eu penso da seguinte maneira: se você não gosta do que faz, ou aprende a gostar ou então muda de área, mas ficar só reclamando não vai te levar a nada.

Geralmente perguntos nas aulas quem gosta do que faz e a média não passa de três, quatro pessoas em uma sala com trinta, quarenta alunos. Eu acho isso extremamente complicado, pois se nós estamos infelizes no que fazemos, como poderemos nos dedicar e oferecermos um serviço de qualidade? A pessoa está infeliz, não presta um bom serviço, o cliente recebe essa prestação do serviço, não gosta e sai reclamando, acaba descontando em alguma outra pessoa, que desconta em outra e assim vai indo. Vira uma bola de neve. Por isso, quando perdemos o briho nos olhos daquilo que fazemos, não prejudicamos apenas a nós, mas a outras pessoas também.

Eu sei que você pode estar pensando que precisa trabalhar, que nem sempre podemos fazer o que gostamos, que a vida não é desse jeito. Mas será mesmo? Será que não podemos ter controle sobre nossa própria vida e buscarmos mais felicidade e prazer? Será que não conseguimos “ganhar dinheiro” fazendo aquilo que gostamos? Por que não? É como diz quele ditado: “Sabendo que era impossível, foi lá e fez”.

Brilho nos olhos, chama acesa, vontade, motivação, ser feliz, ter prazer no que se faz, etc. Não importa o nome que se dê para essa sensação, o importante é que nós fomos feitos para ser felizes. A  decisão é sua. Pense nisso.

Grande abraço e sucesso!!

Fonte: http://celsofdf.wordpress.com


Estratégias para você ter mais resultados nos estudos

março 26, 2012

Por Christian Barbosa

Na pesquisa que realizamos no começo deste ano sobre sonhos dos brasileiros para 2012, 54% dos pesquisados afirmaram que desejam investir mais tempo para desenvolver sua carreira e, para isso, pretendem investir em cursos, faculdade, pós-graduação, preparatórios para concursos etc. Com a economia aquecida e uma série de boas oportunidades para profissionais preparados, as pessoas querem estudar para conquistar seu espaço.

Infelizmente querer nem sempre é fazer. As pessoas querem estudar, mas não têm tempo ou disposição para fazer a coisa acontecer. São muitos os fatores que prejudicam nossa performance, mas com alguma persistência e as técnicas certas é possível ter bons resultados.

A coisa mais importante para você ter um bom resultado no estudo é achar o seu timing, ou seja, qual o melhor momento do dia para você estudar. E isso varia demais de pessoa para pessoa. Se, por exemplo, você é melhor de noite, coloque as lições mais difíceis, complexas e chatas nesse período e reserve as coisas mais gostosas, fáceis e rápidas para os períodos que não está tão ativo.

É vital também o momento de saber parar. Não adianta forçar demais que a corda arrebenta. Enquanto você está disposto, com energia, é o momento de aproveitar, agora começou a ficar cansado, sonolento, é melhor parar, pois se forçar a barra vai diminuir seu aprendizado ou até terá que rever tudo novamente em outro momento. Atletas de alta performance sabem bem o momento de treinar e competir duro e também de parar, descansar e recarregar as baterias.

Essa estratégia em conjunto com uma boa alimentação, de preferência em intervalos de três em três horas, com alto valor nutricional, ajuda seu cérebro a pensar melhor. Estudos comprovam uma ligação direta entre sua capacidade de decidir e seus níveis de glicose no cérebro. Coma de forma inteligente para ajudar sua performance nos estudos e não para saciar sua ansiedade.

Outra pergunta que me fazem bastante é se vale a pena estudar longas horas a fio ou se é melhor intercalar com momentos de lazer. A pergunta é comum e vale tanto para o trabalho quanto para o estudo. O tempo para você mesmo é vital, recupera, oxigena o pensamento, ajuda a ter ideias e recupera seu nível de energia. Quanto maior a sua rotina de estudo, maior a necessidade de realizar atividades que ajudem a aumentar seu equilíbrio, como por exemplo, um esporte, um hobby. Vale tudo desde que tire você do foco do estudo por alguns momentos.

Na hora de estudar o uso de algumas técnicas podem ser bem interessantes, como por exemplo, a confecção de resumos de assuntos mais complexos ou o desenvolvimento de mapas mentais, que são uma forma gráfica de apresentação de ideias que rapidamente retomam os conceitos aprendidos em poucos minutos. Vale também aprender algumas técnicas de memorização, com pouco esforço você consegue lembrar textos, fórmulas, sequências numéricas e muito mais. No Brasil, o meu amigo Renato Alves é um dos maiores especialistas nesse assunto e dá várias dicas em seu blog.

Por último é essencial criar um plano de estudos, bem detalhado, com matérias específicas para dias de estudo e tarefas para realizações de exercícios de reforço. Sem um plano, a meta de passar no exame fica grande demais, às vezes até parece inatingível. Quanto maior sua capacidade de quebrar isso em pequenas atividades para o dia a dia, maior a capacidade de execução e menor seu nível de procrastinação. Alguns sites como o www.tuctor.com.br ajudam você a estruturar um plano de estudos até para os mais difíceis concursos no País.

Estudar é uma habilidade que podemos desenvolver com persistência, determinação e muito equilíbrio. Com um pouco de equilíbrio e gestão de tempo seu estudo pode dar muitos frutos!

Bons estudos!

Fonte:  www.qualidadebrasil.com.br


Na sala de aula, um retrato da crise europeia

março 25, 2012

Achei muito interessante o texto enviado por Valéria Maniero para o Blog da Míriam Leitão, Valéria tirou 40 dias de férias e folgas do seu trabalho no blog para uma imersão de aperfeiçoamento em inglês na Inglaterra.

Abaixo, o texto que ela mandou de lá para a  Mírian Leitão.

A italiana Giada, de 27 anos, faz curso de inglês numa escola particular em Reading, que fica a menos de 70 km de Londres. Está à procura de emprego. Foi parar ali, porque o namorado conseguiu uma vaga na universidade local, onde trabalha como pesquisador. Como a situação econômica italiana não anda bem, resolveu deixar Nápoles por um tempo e tentar a vida na Inglaterra.

Giada gostaria de trabalhar na área em que se formou, química, mas como o inglês ainda não está tão afiado, contenta-se com uma vaga em bar ou restaurante. Ficou sabendo que um deles, especializado em comida italiana, estava recrutando. Ficou de ir até lá para ter mais informações.

Giada não entende muito de economia, mas acha graça quando alguém fala que a Inglaterra também enfrenta problemas nessa área. Diz que na Itália não vê gente com sacolas nas mãos, saindo das lojas e dos shoppings, como se pode notar andando pelas ruas de Londres. Desconfia da tal crise que David Cameron tenta driblar. De qualquer maneira, acha que a sua Itália está num caminho melhor agora, pós-Berlusconi, e com Mario Monti à frente de um governo técnico.

Clara e Ramón são espanhóis, vêm de cantos diferentes do país que tem a maior taxa de desemprego da Europa – mais de 23%, segundo a Eurostat. Como Giada, querem um bom emprego; por isso, estudam inglês. O namorado de Clara já conseguiu uma vaga numa rede de fast food, mas ela ainda está procurando. Apesar de ser formada em arquitetura, também topa trabalhar em restaurante ou café. Com a crise na Espanha, Ramón, que é advogado, perdeu o posto de trabalho. Enquanto estuda inglês, participa de uma ou outra entrevista de emprego.

Nessa história, não tem nenhum grego e talvez isso seja simbólico. Enquanto italianos e espanhóis tentam se qualificar para encararem o difícil mercado de trabalho, que sofre as consequências da crise da dívida, alemães e franceses têm menos pressa.

Bruno, empregado sênior de uma multinacional, vai passar um tempo trabalhando na unidade da empresa na Inglaterra. Fala inglês com sotaque francês carregado e quer aprender mais.

Antes de morar na Inglaterra, Nathalie passou um tempo no Brasil, com o marido, que trabalha numa grande empresa. Durante muitos anos estudou inglês na Alemanha e agora resolveu dar continuidade.

Torre de Babel

Conheci os personagens dessa história quando aprimorava meu inglês na Inglaterra. Nas salas de aula, mais de dez nacionalidades. É difícil entender o jovem da China, mas ele se esforça para ser compreendido. Quando é perguntado sobre o sistema eleitoral em seu país, diz que nunca votou nem votará em 2012, ano de eleições. O representante do Camboja estuda inglês com afinco porque quer ser “um líder”.

É bonito ver a força de vontade de mulheres e homens do mundo árabe aprendendo outro alfabeto. E entre uma conversa e outra, a gente aprende muita coisa.

Algumas jovens moram na Inglaterra há alguns anos, como Ranya, do Egito, que usa o véu islâmico, casada com um engenheiro. Ainda não completou 30 anos e tem três filhos. Costuma deixá-los na escola e seguir para o curso de inglês. Diz que agora não dá para trabalhar, mas que gostaria de ter uma ocupação no futuro, ser professora.

Abdul, da Arábia Saudita, não gosta muito das aulas do período da manhã, ministradas por uma professora. A italiana Giada, apresentada no começo deste texto, quer entender o motivo. Começa a fazer perguntas, investigar. Chega à conclusão de que a antipatia está relacionada ao gênero.

Algumas jovens da Arábia Saudita preparam-se para o Ielts, teste de proficiência em língua inglesa. Uma delas precisa tirar uma boa nota, porque quer fazer uma especialização. Uma outra me pergunta se eu dirijo no Brasil. Digo que não gosto. Ela diz o que a gente já sabe, mas que impressiona do mesmo jeito. “No meu país, eu não posso”.


O Fazendeiro e o Cavalo – História de Motivação Pessoal

março 14, 2012

 Por: Lucas Alves

Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda.Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda.

Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.

O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá. O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação, certificando-se que o animal não se havia machucado.

Mas, pela dificuldade e alto custo para retirá-lo do fundo do poço, achou que não valia a pena investir na operação de resgate.

Tomou, então, a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.

E assim foi feito: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo.

Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, os animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo.

Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que, finalmente, conseguir sair.

Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo, fielmente, a seu dono na fazenda.

Se você estiver “lá embaixo”, sentindo-se pouco valorizado, quando, certos de seu “desaparecimento”, os outros jogarem sobre você a “terra da incompreensão, da falta de oportunidade e de apoio”, lembre-se desta história.

Não aceite a terra que jogaram sobre você, sacuda-a e suba sobre ela.

E quanto mais jogarem, mais você vai subindo… subindo… subindo …

Fonte: http://www.idealdicas.com


Se merecer, negocie um aumento

novembro 11, 2011

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Não peça um reajuste nos salários se você não é merecedor. O efeito pode ser contrário e acabar terminando em demissão

Negociar a sua remuneração não é tão difícil quanto se imagina. Basta seguir algumas regras básicas e ter um pouco de jogo de cintura. Uma coisa é certa: o seu patrão presumirá que você está satisfeito com o seu salário, caso não manifeste sua insatisfação. Conhece o ditado? “quem não chora, não mama”.

Mas antes de sair por ai pedindo um aumento, tenha certeza de que você é merecedor desse reconhecimento e esteja pronto para negociar.

Conhecer bem o seu chefe e a sua empresa é fundamental. Do contrário, você não terá argumentos para debater caso seu patrão jogue uma justificativa qualquer na mesa. Entrar numa negociação sem conhecer o campo de batalha, é suicídio. Procure todas as informações que puder, colete dados sobre a empresa, posição no mercado, objetivos, metas e perfil dos gestores.

Além de entender a empresa, é importante saber exatamente qual a sua função dentro do cenário geral da corporação. Saiba quais são as suas possíveis promoções (se merecidas) e compare sua evolução no organograma da empresa com a evolução de outros executivos de outras empresas. Saiba principalmente o salário médio dos executivos dos concorrentes que ocupam a mesma posição que você. Esse conhecimento é fator fundamental para uma boa argumentação. O pedido de aumento deve ser lógico e justificado, tanto do ponto de vista da empresa e como do mercado.

Mostre que você é ambicioso e tem disposição para contribuir com a evolução do negócio do seu patrão. Conquiste-o. Prove que vale o que está negociando.

Oportunidade

Se a resposta inicial for negativa, não se abale e nem desista. Mantenha a porta aberta e procure adentrar no campo das vantagens extra-salariais. Planos de saúde, carro, celular, ajuda de custo, 14º salário e outros benefícios também valem dinheiro.

Muito cuidado na hora da negociação. É preciso saber entrar e sair de cada tema. Insistir, sem argumentos, pode provocar um efeito contrário e causar a demissão. Saiba a hora adequada de recuar. Tente observar as coisas do ponto de vista do empregador. Ponha-se no lugar dele. Seja paciente, não ganancioso.

Dicas

Procureentender e ponderar sobre as justificativas do seu patrão. Maleabilidade é uma qualidade importante, e quem sabe recuar pode estar garantindo uma vitória no futuro.

Conheça o seu patrão, nesse caso o oponente. Você está lá para ganhar mais e ele para gastar menos. Respeite o ritmo de negociação dele e procure se manter no mesmo nível.

Você pode pedir mais do que realmente deseja, assim poderá haver uma contraproposta dentro da sua expectativa. Mas evite o excesso.

Não descarte nenhuma possibilidade. Vantagens e benefícios extras também significam remuneração.

Se não for bem sucedido, termine a conversa demonstrando sua insatisfação de maneira clara, mas leve. Nunca faça ameaças ou dê mais importância à questão do que realmente deve. Pode ser que seu chefe pense no assunto e tome a iniciativa da próxima vez.

Fonte : Diário do Nordeste


A Geração Y precisa fazer escolhas (especial semana dos pais)

agosto 14, 2011

Por Sidinei Oliveira

Foi a primeira vez que ele visitou uma loja de brinquedos. As cores intensas brilhavam em seus olhos. Logo na entrada havia uma máquina que oferecia gomas de mascar em troca de moedas.

As prateleiras baixas facilitavam o acesso aos brinquedos e a liberdade dada pelos atendentes era um convite para pegar cada produto. O som da música, que lembrava um parque de diversões, deixava o clima mágico!

Não havia como explicar o êxtase do momento, ele só conseguia sorrir e gritar. Sem tomar fôlego, partiu para a primeira prateleira – pegou um carrinho e também um videogame. Virando-se agarrou uma caixa de jogo de tabuleiro, um avião e uma bola.

Quase não conseguia se equilibrar, mesmo assim, ele não largava nenhum brinquedo, continuava olhando intensamente cada prateleira, como se buscasse alguma coisa que ainda não tivesse visto.

Com vários brinquedos nas mãos caminhava para uma bicicleta quando uma mão forte segurou em seu ombro e disse:

-       Filho, escolhe um!

Até aquele momento ele não havia imaginado que precisaria fazer uma escolha. O sorriso e euforia deram lugar a uma pergunta:

-       Só um?

As possibilidades era tantas e tão interessantes que não conseguia ver uma razão para fazer esta escolha. Ainda sem largar os brinquedos perguntou:

-       Porque tenho que escolher um?

O pai respondeu:

-       Você precisa escolher para poder brincar.

O menino argumentou:

-       Mas se eu escolher um, não vou brincar com os outros…

O pai olhou com paciência para o filho e disse:

-       Se você quer alguma coisa, precisa fazer uma escolha. E toda escolha provoca uma perda.

O menino não estava muito satisfeito com a lição:

-       Mas eu não quero perder nada. Eu quero brincar com todos os brinquedos.

Olhando o menino equilibrar os brinquedos, o pai falou:

-       Filho, você está vendo que segurando todos ao mesmo tempo, não consegue brincar com nenhum?

Seu pai explicou que, quando era criança, também havia visitado uma loja de brinquedos com o pai.

Falou que naquele tempo, as coisas aconteciam de modo diferente. As lojas mantinham os brinquedos em prateleiras altas e nada podia ser tocado antes de comprar. Foi assim que ele aprendeu a fazer suas primeiras escolhas.

Como as coisas hoje são mais disponíveis e as possibilidades são maiores, parece mais complicado fazer escolhas.

O pai completou:

-       Você precisa fazer uma escolha: Segurar ou brincar. Se quer segurar brinquedos, poderá manter alguns nas mãos, mas, se quer brincar precisa escolher um.

O menino aceitou o argumento do pai e largou todos os brinquedos, mantendo apenas o carrinho nas mãos. Satisfeito com a sua escolha, saíram da loja. Ele sorria e brincava empolgado com o novo brinquedo.

Passando em seguida por uma confeitaria, seus olhos foram capturados pela visão de diversos doces coloridos no balcão. O menino olhou para o pai e sorrindo disse:

-       Já sei, já sei… Escolhe um!

Aquele menino somente saberá a dimensão da lição que estava aprendendo, quando chegar a hora de fazer escolhas que irão determinar seu futuro. Em alguns anos, ele descobrirá que serão necessárias escolhas que definam sua carreira, seus relacionamentos e sua trajetória de vida.

Mesmo que ele tenha inúmeras possibilidades quando estiver prestes a entrar na universidade, diversas opções de relacionamentos amorosos, várias propostas de trabalho em qualquer lugar do planeta, ainda ouvirá a voz de seu pai dizendo:

-       Filho, escolhe um!

Fonte: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/blog-do-management


Homenagem

julho 29, 2011

Por : Haroldo Euclides de Araújo – Professor

Como empresário: Olavo Euclides Araújo não se dedicou a todos os seus muitos negócios, como fez com a Gazeta de Notícias. Traços de sua personalidade eram visíveis na postura daquele matutino, a exemplo de uma independência tão forte, a ponto de manter um posicionamento crítico dos Órgãos Oficiais em todos os seus níveis de governo e poderes.

Sempre em favor da sua comunidade, num país como o nosso, eu diria que, guardadas as proporções, ele realizava uma tarefa superior às suas forças. Não retrocedeu, e observávamos manchetes fortes como: “Recua Cachorro” … Ele próprio é que nunca recuava!

Assim, montado em sua trincheira, teve que ficar na porta do próprio jornal, a espera de adversários que o ameaçavam. Tratando-se de um jornalista com posições fortes e bem postadas em favor de uma coletividade, foi alvo fácil de perseguições, mas um osso duro de roer para os políticos desonestos. Não tergiversava, não tinha meias palavras e era ao mesmo tempo um excelente pai.

Considerado um jornal combativo, aquele matutino trabalhava à noite para fazer a composição de linotipos e clicherias, sim, noites insones para satisfazer um ideal, o de um jornalismo puro na acepção da palavra, independente, porque o seu proprietário nunca entrou na política e dela se manteve afastado.

Formado na Fênix Caixeral, foi professor de sua terceira esposa naquele estabelecimento, de quem ficou viúvo, agora pela terceira vez, foram ao todo 13 filhos, apenas um já nos deixou (Byron Araújo), e os doze restantes são: Vilani, Alaísa, Roberto, Haroldo, Roserice, Marfisa, Elisabete, Adroaldo, Fátima, Osvaldo, Liduína e Moacir.

Evidentemente que sustentou aquela empresa jornalística a muito custo e com o tempo teve que vendê-la, afinal ele sempre teve a ponta da corda e nunca largou, era Corretor da Bolsa de Valores, ocupação que lhe rendera sempre muitos e grandes amigos, que seria injustiça não citar, mas por serem muitos é injusto fazer omissões.

Como Colunista: Entre seus grandes amigos estavam Demócrito Dummar e José Raimundo Costa, em jornal dirigido por Albanisa Sarasate, proprietária do O POVO, em sociedade limitada, em que Olavo viu e acompanhou a transformação em Sociedade Anônima. Na ocasião recebeu o convite para permanecer no O POVO. Olavo Euclides Araújo escrevia coluna diária sob título: Economia e Finanças. Ao mesmo tempo o jornalista profissional, também, exercia suas funções na Bolsa de Valores.

Pronto, estava acomodado e não mais se meteria em negócios. Certo? Não. Olavo continuou o empreendedorismo do, então Diretor da Gazeta, mas de que forma? O próprio Costa seria seu sócio em negócios. Os seus clientes de câmbio de exportação, também. Continuava o mesmo empreendedor, mas o jornalismo estava no sangue.

Em algum tempo de sua vida tentou montar um jornal: Diário da Manhã. Essa empreitada dependia de muitos recursos e o jornalista sonhava alto, sendo essa a razão de não ter feito fortuna.

O que considerava um patrimônio era ter educado seus filhos, todos casados e que lhe deram dezenas de netos e bisnetos. Outro patrimônio, seus amigos, que acompanhou desde a Gazeta de Notícias, como Adísia Sá, Lúcio Brasileiro e Lustosa da Costa, a eles, sua família agradece as muitas manifestações de carinho e gratidão.

Ao povo cearense, a família do jornalista Olavo Euclides Araújo agradece a maior homenagem: O reconhecimento público. Porque a rua em que morou nos últimos anos de vida hoje se chama: Rua Jornalista Olavo Araújo.

Olavo Euclides Araújo escrevia coluna diária no O POVO sob título: Economia e Finanças. Ao mesmo tempo o jornalista profissional, também, exercia suas funções na Bolsa de Valores

Fonte: O Povo On Line


Especialista aponta principais lacunas nas habilidades de executivos brasileiros

julho 9, 2011

Infomoney

Dentre os principais problemas estão a falta de profissionalismo nas relações e a dificuldade em confiar no outro

Na mira de empresas ao redor do mundo, os executivos brasileiros estão antenados com as melhores práticas mundiais. Contudo, algumas lacunas ainda precisam de melhora, conforme análise do sócio e fundador da Enora Leaders – empresa especializada na formação de executivos e desenvolvimento acelerado de lideranças -, João Marcelo Furlan.

“Notamos ausência frequente de algumas habilidades e competências que podem ser fundamentais na gestão e realização de projetos (…) Sem esquecer que o brasileiro prima pela criatividade e flexibilidade, é preciso notar que essas lacunas existem e precisam ser sanadas”, explica Furlan.

Problemas

Dentre os principais problemas nas competências e habilidades dos executivos brasileiros observados por Furlan, juntamente com os demais professores da Enora Leaders, estão a falta de profissionalismo nas relações e a dificuldade em confiar em quem está do outro lado.

“O brasileiro é muito voltado para o relacionamento cordial e paternalista, deixando o profissionalismo de lado. Quando um técnico é promovido a uma posição de liderança, as amizades não são esquecidas em momentos de avaliação ou decisão”, argumenta.

O pouco uso de metodologias para solucionar problemas e a falta de respeito ao cronograma, de planejamento e de análise crítica também são citadas pelo profissional, que diz que o executivo brasileiro se utiliza mais de intuição, tem o costume de deixar as coisas para a última hora e define os resultados por percepções subjetivas, incluindo empatia, para avaliar projetos e promover pessoas.

Além disso, a falta de inovação, apesar da criatividade brasileira, também é um problema a ser corrigido. “A criatividade não é transformada em inovação, como mostra o baixo número de patentes registradas no Brasil. Inovar demanda gerir um processo que transforme a ideia original em inovação e, para que isso ocorra, falta a tomada de responsabilidade e a prestação de contas. Temos muita iniciativa e pouco ‘acabativa’”.

Fonte: Administradores.com


5 dicas para lidar com pessoas difíceis no trabalho

julho 8, 2011

Camila Lam de Exame.com

São Paulo – Você passa mais tempo com os seus colegas de trabalho e chefe do que com a sua família. E, certamente, precisa conviver com pessoas de diferentes personalidades, compatíveis com a sua ou não. Diante disso, você já se perguntou o que fazer com aquele colega de trabalho, subordinado ou chefe que torna o seu dia a dia mais difícil?

Com a ajuda de três especialistas em comportamento humano, EXAME.com reuniu dicas para que você aprenda a lidar com aquele colega de trabalho que tira você dos eixos.

1 Levante a bandeira branca

O mais importante é exercitar a paciência e benevolência. Afinal, na maioria dos casos, você tem que conviver com essa pessoa já que trocar de emprego nem sempre é uma solução ou opção plausível.

“Normalmente as pessoas difíceis precisam de coadjuvantes para exercer esse papel”, Sueli Brusco diretora executiva da SimGroup. Isso significa que você não pode entrar no jogo da pessoa.

Bancar o indiferente também não é uma boa estratégia. “Ignorar pode ser uma faca de dois gumes, pois ela pode se irritar ainda mais e o conflito piorar”, explica a especialista.

A estratégia, então, é manter a compostura e não agir pela emoção. Nas palavras de Sueli, não se deixe machucar. O ideal é parar e encarar as situações racionalmente.

As pessoas normalmente não têm consciência de qual atitude irrita os outros – de mascar chiclete mais alto ao jeito de ordenar uma tarefa –.  Diante de casos assim, a técnica indicada por Marta Campelo, professora de liderança da Fundação Dom Cabral, para resolver o impasse é conversar e perguntar qual a opinião da pessoa sobre o assunto.

Atenção: esse questionamento deve ser feito com respeito, afinal ninguém gosta de ser tratado como incompetente.

“Um exemplo, no ambiente de trabalho as pessoas acham que estão sozinhas quando estão falando no celular. Se isso lhe incomoda, o melhor a fazer é aproximar e perguntar: durante uma ligação, será que você pode me ajudar e falar um pouquinho mais baixo? Fico desconcentrada quando isso acontece”, explica a professora.

Sueli dá outra dica: se você for próximo à pessoa, tente se aproximar e apontar os problemas que, talvez, ela não queira enxergar. Agindo afetuosamente com ela, ela pode ficar mais acessível.

3 O outro lado

Confrontar não é recomendado. A atitude tem de ser reflexiva e analítica. Tente compreender a pessoa, o contexto em que ela vive e os valores que tem. Esqueça o rótulo de vilão e vítima.

“As pessoas difíceis normalmente esperam que as outras ajam do jeito que elas querem”, afirma Adriana Prates, presidente da Dasein Executive Search. “Ao descobrir a origem disso, você começa a prever o comportamento dela e a desenvolver uma maneira de lidar com ela”.

4  A técnica do espelho

Será que você também é uma pessoa difícil? A solução é a auto avalição. O primeiro passo é parar de acusar que o outro está errado. Tente se conhecer melhor, exercite o domínio próprio e mostre seus valores.

Ninguém tem o poder de mudar o outro. Quando você é responsabilizado erroneamente por algo que você não fez, foque nas medidas práticas para que isso não aconteça mais. Às vezes, você não foi claro ou o que você pediu não pôde ser realizado por alguma razão que você não sabia.

5 Apoio

Quando você está esgotado e já tentou de tudo, recorra a uma ajuda externa. Converse com o superior responsável se a pessoa difícil é um colega de trabalho ou com o RH da empresa. Em alguns casos, vale até recorrer a terapia em grupo.

Às vezes, uma intervenção é necessária vinda de cima para baixo. Mas cuidado ao tomar essa decisão. Você pode passar para os outros a imagem de dedo duro ou, até, incapaz de solucionar problemas.


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