Faça o que eu digo, mas não o que eu faço: as piores atitudes de um gestor

maio 31, 2012

Líderes se esquecem do time e mostram que podem até ser bons de discurso, mas que na prática ainda precisam melhorar

Por Infomoney

O dia de trabalho começa e seu gestor já chega com a corda toda: pede urgência na entrega dos relatórios e impõe prazos um tanto quanto absurdos para a execução de suas tarefas. E por mais chatas ou estressantes que tais solicitações possam parecer, nenhuma delas seria um problema, se não fosse por um pequeno detalhe: após delegar as atividades, seu supervisor tranquilamente toma um café, perde alguns minutos batendo um papo sobre amenidades com outro líder e se distrai na internet.

De enfurecer, não?

“A maioria não percebe quando faz isso e acha que está trabalhando de forma correta, pois não entende que as próprias atitudes costumam ser avaliadas de uma forma diferente pelos contratados”, alerta a consultora associada da Muttare, Roberta Yono Ebina.

Identifique

O gestor “folgado” como é popularmente conhecido, é o líder que adota o “faça o que eu falo, mas não o que eu faço” em seu dia a dia. Para ele, tudo pode. Já para os outros, não.

É dele, inclusive, a astúcia de sair do trabalho no meio da tarde de uma véspera de um feriado, por exemplo. “Existem gestores que, em feriados, já começam a emendar a folga com um dia de antecedência para evitar o trânsito”, comenta Roberta.

E acredite, esse tipo de comportamento não favorece nenhum pouco a reputação do líder. “Ao tomar essa atitude, ele entra em descrédito com a própria equipe que passa a não enxergá-lo com admiração”, diz a especialista em Soluções de RH da De Bernt Entschev Human Capital, Rosanne Martins, que afirma ainda que esse tipo de comportamento costuma resultar em uma insatisfação geral e até em uma insubordinação.

Comportamentos trágicos

E engana-se quem imaginar que apenas essa atitude costuma se mostrar inadequada à um gestor. Outros exemplos, como a falta de cuidado com o dinheiro da empresa e a humilhação de alguns colaboradores, também são inaceitáveis.

“Existem gestores que afirmam o tempo todo que os colaboradores são peça-chave para o desenvolvimento da empresa, mas não perdem a oportunidade de humilhá-los quando é possível”, exemplifica.

Outro caso também comum costuma ser a falta de comedimento com os gastos da empresa, afinal, muitos pensam apenas no bem-estar próprio e não poupam um centavo da organização.

“Na compra de passagens aéreas é possível observar esse pensamento, já que muitos líderes não se preocupam em economizar nada e querem mesmo é viajar na melhor companhia”, diz Roberta, que lembra que este comportamento também prevalece na reserva de hotéis.

“Os eventos para diretores acontecem em centros de convenções caríssimos, enquanto que os dos coordenadores e gerentes são programados para locais de qualidade inferior”, conta a consultora da Muttare.

Impactos

Hoje, os impactos de atitudes como as descritas anteriormente são diversos e não só contribuem para a piora do clima organizacional, mas também desmotivam a equipe e afetam os resultados da empresa.

“O colaborador passa a não se esforçar em suas tarefas, pois percebe que quem deveria ser o seu exemplo [o gestor] não faz o mesmo”, explica a consultora da Muttare.

Hora da vingança

Como consolo, saiba que essa política costuma prevalecer na empresa por muito tempo, afinal, os colaboradores sempre estão de olho em seus superiores e, não raro, têm a chance de dar o troco.

“Eles sempre se vingam dos chefes na avaliação de clima da empresa. Para identificar os gestores com esse perfil, basta avaliar os que estão bem abaixo da média. Quem pratica os valores da companhia, costuma ter um resultado positivo”, conta Roberta.

Fonte: Administradores.com


Aniversário de 3 Anos do Blog Falando de Gestão

maio 25, 2012

O blog Falando de Gestão comemora 3 anos de existência nesta sexta feira, dia 25 de maio de 2012.  Durante esse tempo foram quase 90.000 acessos, aqui do Brasil e de países de todo o mundo. Nesse tempo procuramos trazer conteúdos interessantes aos nossos leitores, temas como desenvolvimento pessoal e noticias foram destaques neste ultimo ano.

O Falando de Gestão tem sido visitado em média por 210 pessoas todos os dias de segunda a segunda. Como temas de destaques temos a categoria empresas que não existem mais, onde são publicadas histórias de varias empresas de sucesso que já não estão em atividades, esses artigos tem um bom numero de acessos.

Para esse ano temos vários desafios como, aumentar o trafego do blog, produzir mais conteúdo próprios, como editoriais e artigos de gestão.

Lançamento de ações do Facebook

Falando no Facebook

Em Abril criamos a nossa pagina no Facebook , estamos ainda engatinhando já fomos vistos por 117 pessoas e 34 pessoas já curtiram a nossa pagina. Estamos com projeto de oferecer conteúdo extra no Facebook do Falando de Gestão para aquelas pessoas que nos acompanham pela nossa pagina.

Agradeço a todos que viram, comentaram e participaram destes 3 anos do blog e aproveito para dizer que continuaremos produzindo e compartilhando conhecimento com vocês!

Pedro Paulo Morales

Coordenador de Conteúdo


Pioneiros e empreendedores: a saga do desenvolvimento no Brasil

abril 29, 2012

Confira em Fortaleza a exposição Pioneiros e empreendedores: a saga do desenvolvimento no Brasil Até 15 de maio. Espaço Cultural Unifor. De terça à sexta-feira, das 8h às 18h. Sábados e domingos, das 10h às 18h. Grátis (3477.3319). Um total de 142 objetos simboliza as transformações que ajudaram no progresso do País. Pertencentes a 24 empreendedores de destaque.

Exposição Pioneiros & Empreendedores (divulgação)


Senado aprova projeto de novo modelo de previdência complementar para o servidor público federal | Agência Brasil

março 28, 2012

Mariana Jungmann
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Senado aprovou hoje (28) a criação das fundações de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp) que prevê a implantação de três fundos independentes de previdência complementar para os servidores federais dos Três Poderes: a Funpresp-Exe, do Poder Executivo; a Funpresp-Leg, para o Legislativo; e a Funpresp-Jud para o Judiciário. A aprovação do projeto é vista como fundamental pelo governo para reduzir o déficit na Previdência Social.

Senado aprova projeto de novo modelo de previdência complementar para o servidor público federal | Agência Brasil.


Sistema Toyota de produção

março 27, 2012

PorAnselmo Buttner

O sistema Toyota de produção começou a ser elaborado pela família Toyoda  no final da década de 1940. A historia da Toyota inicia com Sakichi Toyoda que inventou o tear automático em 1929 vende a patente do tear automático para os Ingleses e encarrega seu filho Kiichiro Toyoda a  dar prosseguimento ao sonho de montar uma empresa automobilística.

Dois anos após a morte de Sakichi Toyoda, seu filho Kiichiro Toyoda funda a empresa Divisão Automobilístico da Toyota Loon Works, porem somente em 1937 consegue produzir o primeiro protótipo e em 1952 chamado de Crown. Com pouco capital procura desenvolver sistemas de produção com lotes pequenos porem com grande eficiência, que mais tarde foi denominado de “Just In Time”.  Kiichiro  morre  em 1952,  deixando para seu filho Eije Toyda a responsabilidade do desenvolvimento da empresa.

A segunda guerra que terminou em 1945 deixou o Japão arrasado e sem dinheiro, o poder de aquisição da população japonesa era baixo, e a empresa Toyota não fugia da regra.

Com muita disciplina; dedicação e organização, e ajuda de Taiichi Ohno que estava na direção da empresa  desde a década de 1940, dá continuidade ao sistema “Just In Time”  e inicia o sistema Kanban, por muitos o Taiichi Ohno é considerado o pai do Sistema Toyota de Produção.

O Sistema Toyota de Produção é um conjunto de sistemas e procedimentos na fabricação, sempre pensando como é possível reduzir os custos, sejam os custos de produção sejam os investimentos em máquinas e ferramentas, para produzir  um carro que seja competitivo em qualidade e preço.

As melhorias e o processo de redução de custos não pararam,  em 1953 estava implantado o sistema Just In Time na fabrica da Toyota e em seguida dá inicio ao sistema Kanban.

O Kanban é uma ferramenta que ajudou o sistema Just In Time ter sucesso. Conforme Ohno (2006, p. 48). “Na planta de produção, o Kanban é uma força poderosa para reduzir mão de obra, eliminar produtos defeituosos, e impedir a recorrência de panes.”

Conforme a definição do Just In Time pelo dicionário APICS “ É uma ferramenta de fabricação com planejamento eliminação de todos os desperdícios com melhoria contínua na produtividade”. Baseado no conceito de desperdício  – em japonês é denominado “mudá” Ohno e seus colaboradores desenvolvem outros processos como:

  • Kaisen;
  • Jidoka;

Heijunka, mais tarde foi denominado “Casa do Sistema Toyota de Produção” onde a base de sustentação desta casa é Heijunka; trabalho padronizado; e Kaizen, e os alicerces desta casa são compostos de dois pilares, um chamado “Just In Time” e o segundo de “Jidoka”.

Ao analisar a lucratividade do grupo Toyota nos últimos 10 anos, deparamos que é um grupo com a maior lucratividade entre seus concorrentes dentro do seguimento de montadoras de carro.

Com a globalização o aumento das concorrências, as empresas estão buscando sistemas de melhore sua vantagem competitiva no mercado onde atua, Sistema Toyota de Produção é sem dúvidas uma boa alternativa.

Fonte: www.qualidade brasil.com.br


O Galo Novo e o Galo Velho

março 14, 2012

Autor desconhecido

O fazendeiro resolve trocar o seu velho galo por outro que desse conta das inúmeras galinhas. Ao chegar o novo galo, e percebendo que perderia as funções, o velho galo foi conversar com o seu substituto:

- Olha, sei que já estou velho e é por isso que meu dono o trouxe aqui, mas será que você poderia deixar pelo menos duas galinhas para mim?

- O que é isso, velhote?! Vou ficar com todas.

- Mas só duas… Ainda insistiu o galo.

- Não. Já disse! São todas minhas!

- Então vamos fazer o seguinte, propõe o velho galo, apostamos uma corrida em volta do galinheiro. Se eu ganhar, fico com pelo menos duas galinhas. Se eu perder, são todas suas.

O galo jovem mede o velho de cima em baixo e pensa que, certamente, ele não será capaz de vencê-lo.

- Tudo bem, velhote, eu aceito.

- Já que, realmente minhas chances são poucas, deixe-me ficar vinte passos à frente, pediu o galo. O mais jovem pensou por uns instantes e aceitou as condições do galo velho. Iniciada a corrida, o galo jovem dispara para alcançar o outro galo. O galo velho faz um esforço danado para manter a vantagem, mas rapidamente está sendo alcançado pelo mais novo. O fazendeiro pega a sua espingarda e atira sem piedade no galo mais jovem. Guardando a arma, comenta com a mulher:

- Num tô intendendo, uai .. ! Já é o quinto galo diferente  que a gente compra esta semana! O filho da mãe largou as galinhas e estava correndo atrás do galo velho, vê se pode, sô!??

MORAL DA HISTÓRIA – NADA SUBSTITUI A EXPERIÊNCIA!


Resumo comentado das notícias da semana que passou

fevereiro 5, 2012

Fonte: Blog da Miriam Leitão

Resumo comentado das notícias da semana

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter os poderes de investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é um passo adiante na nossa caminhada de construção de instituições sólidas. É uma das notícias mais importantes da semana.

EUA: A taxa de desemprego caiu para 8,3%, consolidando a expectativa, ainda não confirmada, de que a economia estaria saindo da recessão, o que seria bom para a economia mundial.

Dilma em Cuba – A presidente esteve em Cuba e no Haiti esta semana. Por já ter sido uma dissidente, poderia ter ouvido os cubanos que não concordam com o governo e defendido os direitos humanos universais.

No entanto, só criticou o que acontece em Guantánamo. Em Cuba, os chamados presos de pensamento, pessoas que divergem do regime, estão presas, mas ela não falou sobre isso. Esse silêncio foi ruim, usou dois pesos e duas medidas.

Europa - As atenções voltaram-se para Portugal - o custo do seguro contra o calote português subiu muito, o que abalou um pouco a estrutura do país. Na aguardada cúpula desta semana, os líderes europeus de 25 países da União Europeia aprovaram o acordo fiscal que prevê déficit de 3%.

A China deu sinais que poderá ajudará a Europa a sair da crise, via FMI. E o drama grego continua: o país ainda negocia com credores a reestruturação da sua dívida.

Comércio exterior - Esse foi um dos temas mais falados da semana. O Brasil registrou déficit na balança comercial em janeiro, de US$ 1,2 bilhão. A Argentina, terceiro parceiro comercial do Brasil, colocou em vigor mais uma barreira ao comércio para que o país importe menos.

Cai o sétimo ministro de Dilma – Mais um ministro, sobre o qual pesam denúncias de irregularidades, caiu ontem. Sai de cena Mário Negromonte, mas seu partido, o PP, continuará com o ministério das Cidades.

Superávit primário - Em 2011, sem fazer truques, o governo conseguiu cumprir a meta de economia para pagar juros da dívida. Economizou R$ 128,7 bi, 3,11% do PIB. É bom lembrar que isso aconteceu porque a arrecadação cresceu, e o governo cortou investimentos.

Indústria cresceu só 0,3% em 2011 – Após expansão de 10,5% em 2010, o setor ficou praticamente estagnado no ano passado. O governo não está enfrentando os problemas reais do setor, faz curativos, reduzindo IPI, por exemplo.

Captações - Empresas brasileiras já captaram no exterior US$ 12 bilhões até agora; em todo o ano passado, foram US$ 38,6 bilhões. Está ocorrendo o que os economistas chamam de janela de oportunidade; a crise, no entanto, ainda não passou, é preciso cautela.

Leilão de aeroportos – Para o leilão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília, na segunda-feira, 11 grupos mostraram interesse em participar. Grandes operadoras de aeroportos internacionais estão na disputa.

Vazamento de petróleo - A Petrobras informou ter encerrado a coleta de óleo do pré-sal que vazou esta semana na Bacia de Santos. Como já falei aqui, é preciso melhorar os procedimentos para evitar problemas como esse.

Facebook prepara oferta pública inicial de ações – Mesmo com o lançamento das ações na bolsa, Mark Zuckerberg terá poder absoluto.


Corrija o Comportamento dos Seus Colaboradores e Não Suas Atitudes

dezembro 27, 2011

Por Julio Cesar S. Santos

Esta coluna é publicada as Terças Feiras
O Que Significa Comportamento? Qual a Melhor Forma de Avaliar o Desempenho de Funcionários? Através do Seu Comportamento ou Das Suas Atitudes?

Conforme o dicionário da língua portuguesa a palavra “Comportamento” é descrita como sendo um procedimento ou como a pessoa se comporta. É qualquer atividade, fato ou experiência mental passível de observação direta. Sendo assim, pode-se dizer que o comportamento de uma pessoa é algo que se pode observar e medir.

Já a palavra “Atitude” significa postura ou ponto de vista. Dessa forma, podemos imaginar que atitude é a intenção de uma pessoa. Ou seja, alguma que não podemos mensurar.

Ao avaliarmos as pessoas mais próximas – e até mesmo os nossos colaboradores – é muito comum confundirmos comportamentos com atitudes e, certamente, isso vem provocando julgamentos equivocados das pessoas e das instituições.

Provavelmente, muitos de nós já fomos justa ou injustamente acusados por nossos cônjuges e/ou companheiras de não sermos mais “aquela pessoa do início do nosso relacionamento” – ou, de não as amarmos mais. Mas, quando perguntados, a maioria dos acusadores não sabia explicar porque acreditava nisso.

Alguns maridos acusavam suas esposas, afirmando: _ “Há 18 anos chego em casa às oito horas da noite e você sempre me esperou para jantarmos juntos e conversarmos durante o jantar. Mas, nos últimos tempos, eu chego, você está de pijama, assistindo à TV e o meu prato no micro-ondas. Você não me ama mais…..”

Algumas esposas de defendiam, dizendo: _ “Meu bem……faz exatamente 18 anos que você me responde para eu não te esperar mais, deixar seu prato no micro-ondas e ir assistir televisão!”

Esses erros de julgamentos ocorrem porque muitos de nós confundimos comportamentos com atitudes e, em função disso, tomamos decisões equivocadas que acabam provocando prejuízos sociais e/ou corporativos.

É comum encontramos Gerentes que, ao avaliarem o desempenho de seus colaboradores, também confundem seu comportamento com as atitudes demonstradas por eles. Alguns dizem: _ “Fulano, eu sinto que você está desmotivado no seu trabalho” ou então: _ “Eu não vejo mais aquela chama que existia dentro de você, no início do seu trabalho”.

No entanto, esse funcionário poderia pensar: “Poxa, mas eu nunca me dediquei tanto à empresa como agora. Eu sou o primeiro a chegar e o último a sair daqui. Por ele está falando isso?”

Pesquisas recentes demonstram que, durante o período de avaliação de desempenho nas empresas brasileiras, muitos colaboradores absorvem grande carga de estresse porque essas avaliações são atitudinais. Ou seja, baseadas nas suas atitudes e não no seu comportamento.

Certo gestor de empresa multinacional na área bens de consumo – por exemplo – decidiu demitir a recepcionista da filial sob seu comando porque – segundo ele – ela não havia demonstrado alegria durante a recepção ao novo Diretor Comercial da companhia.

_ “Eu quero que você seja educada, cortês e alegre com os visitantes” – ordenou o Gerente à recepcionista. Mas, ela não se levantou quando o diretor chegou e, muito menos, ofereceu-lhe água ou café.

_ “Mas, Sr Gerente, eu não fui antipática com o Diretor…..aliás, eu procurei ser o mais simpática possível” – exclamou a recepcionista demitida.

Esse é o problema. Será que “ser simpática” para um significa a mesma coisa para outra pessoa? Ser educado para uns é ser educado para outros? “Ser cortês” para o Gerente significa a mesma coisa para a recepcionista?

Quando avaliamos as atitudes de uma pessoa incorremos nesse erro e, por esse motivo, ao avaliar o desempenho dos seus funcionários o Gerente deve considerar apenas o comportamento deles – e não suas atitudes. Para que isso aconteça o gestor deve dizer exatamente que comportamento ele quer de uma recepcionista. Como por exemplo:

_ “Toda vez que um visitante chegar à recepção você deve ficar de pé, cumprimentá-lo sorrindo, oferecer-lhe serviços como água, café ou suco, indicar-lhe o sofá e o telefone para que ele se sinta à vontade enquanto aguarda ser atendido”.

Isso fará com que suas atitudes demonstrem aos visitantes que ela é uma recepcionista educada, cortês e simpática. Dessa forma, se ela não ficou de pé, não ofereceu serviços ou não indicou o sofá aos visitantes o Gerente poderá avaliar – e até punir – seu comportamento, mas não suas atitudes.

Julio Cesar é Professor, Consultor e Palestrante. Articulista do Jornal do Commercio (RJ) , Graduado em Administração de Empresas e  Especialista em Marketing e Gestão Empresarial
Contato:  jcss_sc@yahoo.com.br  http://profigestao.blogspot.com
Fonte: http://www.projetodiario.com.br

O que é resiliência?

dezembro 15, 2011

Por Jeronimo Mendes

Titio Aurélio me diz que resiliência é a propriedade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora duma deformação elástica. Diz ainda que é a capacidade de resistência ao choque. Entendeu alguma coisa?

Na prática, resiliência é a sua capacidade de absorver o impacto das pancadas que a vida lhe dá, em forma de adversidades. Exemplo: se você for demitido e, em vez de ficar reclamando, não esmorecer, conseguir dar a volta por cima e partir para outra, seja qual for a circunstância, você colocou em prática a capacidade de resiliência.

Obviamente, você não levanta todos os dias esperando ter um dia cheio de dificuldades ou de adversidades. Em geral, você só se dá conta dos problemas quando eles vêm ao seu encontro. Nesse momento, você precisa enfrentá-los ou, então, negar a sua existência.

O papel que a adversidade exerce em nossa vida é revelado com mais frequência do que imaginamos, afinal, todos os dias levantamos com inúmeros problemas a serem resolvidos, isso quando não somos pegos de surpresa por algum deles sem ter a mínima ideia do que fazer.

Lembrando o Jeffrey Gitomer, o problema não é o que lhe acontece, mas o que você faz com o que lhe acontece. As diversidades existem para isso, afinal, quando paramos de aprender, morremos emocionalmente, mentalmente e sofremos uma morte física prematura.

Eu já perdi a conta de quantas vezes as editoras recusaram originais dos meus livros, de norte a sul do país. Tentei de tudo desde o primeiro, o inusitado Oh, Mundo Cãoporativo, publicado gentilmente pela Editora Qualitymark, a quem serei eternamente grato. Tenho comigo mais de cem correspondências negando a publicação dos meus livros.

Apesar de tudo, eu sempre tive fé e aprendi, depois de ler centenas de livros e refletir, que o “não” consecutivo é uma belíssima porta de entrada para o “sim”, portanto, nada mais me assusta. Em breve devo publicar o meu sétimo e oitavo livro.

Dia desses, eu recebi um link por e-mail a respeito da história de Eloy D´Avila, fundador da Flytour, a maior operadora de pacotes turísticos do país. Se você acha que a vida não é justa e já apanhou demais, leia a história desse grande homem que tinha tudo para se jogar no precipício.

Para fugir das agressões sofridas em casa, quando criança, Eloy D`Ávila dormia na rua e dependia da ajuda de desconhecidos para sobreviver. De uma situação de miséria, ele transformou-se em fundador de uma das maiores agências de turismo do Brasil, com faturamento superior a R$ 3 bilhões por ano. Um ótimo exemplo de alguém que soube colocar em prática sua capacidade de resiliência.

Em seu magnífico best seller As Vantagens da Adversidade, Paul Stoltz e Erich Wheihenmayer aconselham os leitores a enfrentar os fatos através daquilo que eles chamam de Inventário de Adversidades. O propósito desse exercício é identificar suas aspirações e localizar o seu “desafio máximo”, ou seja, aquilo que você nunca fez, mas sempre quis fazer.

Quer aumentar a sua capacidade de resiliência? De início, segundo os autores, é necessário coragem para fazer um inventário das adversidades que você precisa enfrentar para então começar a escalada. Vejamos:

Organize sua vida em categorias: faça uma lista de todas as categorias que são importantes na sua vida: família, trabalho, amigos, comunidade, saúde e passatempo, entre outras. É incrível a facilidade com que deixamos escapar da consciência, ainda que temporariamente, alguma coisa significativa.

Declare suas aspirações: além dos objetivos mundanos, relacione duas ou três aspirações principais para cada categoria da sua vida. São coisas que você ainda não realizou, mas aspira alcançar em curto ou longo prazo.

Determine a prioridade e suas dores: reflita com cuidado e depois liste duas ou três adversidades principais que estão causando a você a maior dor ou desconforto dentro de cada categoria.

Escolha suas adversidades: examine cuidadosamente as adversidades que listou no terceiro passo e escolha aquela que, caso conseguisse dominar, liberaria a maior quantidade de energia na sua vida.

Seu desafio máximo: desafio é uma situação que testa as habilidades de alguém de maneira estimulante, portanto, inclui uma certa dose de adversidade pelo caminho. Desafio máximo é a coisa mais empolgante que você sempre teve vontade de fazer, mas até agora não fez.

Escolha sua Adversidade Máxima: a fim de enfrentar seu Desafio Máximo, você terá de enfrentar algumas adversidades. A próxima etapa será selecionar a principal adversidade (obstáculo, aspereza, dificuldade, conflito, revés) que (1) você certamente terá de enfrentar quando encarar seu Desafio Máximo; (2) se dominada, lhe oferecerá o maior potencial de energia ou avanço.

Limpe a trilha: qual é a sua justificativa? Para encará-la, você deve aprender a liberar o combustível que se acha armazenado na sua Adversidade Máxima. A fim de dominá-la da melhor maneira possível, você precisa purificar sua adversidade, conhecendo as justificativas e razões que impedem a ação – qualquer coisa que dilua sua potencial força.

Eu não me canso de repetir que para tudo na vida existe sempre uma ou mais saídas, portanto, é muito fácil praguejar, render-se aos problemas, abaixar a cabeça como se fosse o último coitadinho da face da Terra. Difícil é encarar as dificuldades de peito aberto e pensar numa solução digna.

Que aprender uma nova habilidade? Pague o preço, pratique, sofra, dê mais de si mesmo, sacrifique-se. Que fortalecer um novo músculo? Você deve exercitá-lo até que as fibras se partam e, em menos de uma semana, você ficará mais forte. Sem dor, não há vitória, diz o ditado.

Pense nisso e seja feliz!

Jeronimo Mendes é Administrador, Escritor e Palestrante, Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional, apaixonado por Empreendedorismo, autor dos livros Benditas Muletas (Vozes), Oh, Mundo Cãoporativo! (Qualitymark) e Manual do Empreendedor (Atlas)

www.jeronimomendes.com.br


Zé Iscritório em: São tantas emoções…

agosto 7, 2011

Por Pedro Paulo Galindo Morales

As pessoas têm a impressão que o mundo das empresas sempre é regido pela razão em sua maioria das vezes, mas não é assim. Conheço o “Carvalhão” que segundo dizem pelos corredores “trabalhar com ele é pura emoção”.

Comentam que uma vez “Carvalhão” precisava entregar um relatório com urgência e que devido à demora de sua assistente em entregar o trabalho ele começou a esbravejar e a chutar o ar como um menino mimado e num desses “golpes de judô” errou o chute no ar e “pow” desligou o estabilizador, foi choro para todo o lado, foi feito um mutirão pela noite inteira e o trabalho foi concluído.

 “Carvalhão” podia ser visto aos berros pelos corredores sempre brigando com sua equipe ou fornecedores. Certa vez sua secretária passou uma ligação e como ele estava muito nervoso atendeu o telefonema na sua caixa de escova de dente pensando que era o celular.

Quando “Carvalhão” estava descontraído ai sim ele era brincalhão, participava das cotinhas de aniversários, contava piadas e algumas vezes se excedia na bebida durante as festas de confraternização do final de ano, mas sempre contava com o amparo da Sra. Carvalho que estava sempre vigilante.

Um dos maiores contratempos do Sr. Carvalho foi quando a empresa passou por dificuldades e vários departamentos tiveram que enxugar a folha de pagamento, “Carvalhão” após muito pensar se decidiu por Hélio uma pessoa calma que cumpria com suas obrigações e ainda tinha tempo de pensar em algumas inovações.

O problema de Hélio é que ele também era muito emotivo, algumas pessoas achavam que ele era um pouco intransigente e queria ter a ultima palavra, esse temperamento não combinava com o Sr. Carvalho.

Chegado o dia, Sr. Carvalho simplesmente chamou Hélio e disse que a partir de agora a empresa não precisava de seus serviços e que estava demitido, não deixou Hélio falar e muito menos deu explicações.

Hélio retornou a sua mesa, e numa explosão de ódio simplesmente alterou a senha de seu computador, a vontade era deletar tudo mas a razão falou mais alto que a emoção e foi embora sem falar com ninguém.

No dia seguinte Carvalho fez uma reunião e comunicou a demissão de Hélio e dividiu o “espolio” entre os outros. Foi quando alguém falou:

- Alguém sabe a senha do Hélio?

- Me deixa tentar. Falou Antônio.

Antônio tentou por três vezes a senha e nada! Foi quando “Carvalhão” falou:

-Deixa para lá, não era nada importante, vamos em frente assim mesmo, vamos transferir o computador já que não precisamos mais!

O Sr. Carvalho faz que não sabe mas os arquivos do computador do Hélio foram recuperados e são usados para os relatórios e controles do departamento, mas para ele é como diz a musica do seu ídolo Roberto Carlos, se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi…

Meu nome é Zé Iscritório e gosto de escrever sobre o que acontece no mundo dos escritórios.


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